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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

CARACTERÍSTICAS DE UM VERDADEIRO CRISTÃO


1-     O Verdadeiro Cristão Anda na Luz

Em  I Jo 1:5-6 João afirma que se alguém diz que tem comunhão com Jesus e anda nas trevas está mentindo, por isso é fundamental que o discípulo ande na Luz, se exponha à Palavra de Deus, se deixe moldar pelo Senhor, de modo que o Cristão verdadeiro não terá pontos escuros em sua caminhada, ainda que seja um pecador remido, mas até seu pecado é confessado e trazido à tona, pois João 3:20  diz: Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas.  

2-    O Verdadeiro Cristão tem Comunhão com seus Irmãos

Os cristãos creem em um só Deus, o qual nos adotou como seus filhos, por isso somos irmãos. Lendo I João 3:4-17, me deparo com três afirmações confrontantes: “Quem não ama permanece na morte”... “Quem odeia seu irmão é assassino”... “devemos dar a nossa vida por nossos irmãos”. Em meio a uma geração acostumada com a impessoalidade, individualismo e egoísmo, somos convocados a pensar e agir de forma diferente, Jesus disse que nos últimos dias o amor se esfriará e não precisa ler e assistir os periódicos para ver o quanto essa informação é verdadeira. Não há como ser cristão e não viver em comunidade.

3-    O Verdadeiro Cristão Guarda os Mandamentos

Já em I João  2:4 e 5:2-3, tremo toda vez que leio “Aquele que diz: ‘Eu o conheço’, mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele”. Temos visto pessoas crentes que querem viver à margem de Deus, não aceitam serem exortadas para se voltarem aos mandamentos divinos em contrapartida muitos os acham pesados, outros são libertinos e fazem mal uso da graça de Deus, de modo que ecoa em nossos ouvidos que aqueles que afirmam conhecer Jesus Cristo, mas vivem segundo suas próprias normas é mentiroso, Deus tem uma vontade, que é boa, perfeita e agradável.

4-    O Verdadeiro Cristão Anda como Jesus

Quase desmaio sempre que me deparo com a afirmação de I João 2:6 aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou. O confronto que João faz entre o que se diz e o que se faz é impressionante, não podemos amar a Deus só de palavras, deve haver coerência entre o discurso e a prática, é o que ouvimos muito no meio evangélico, mas será que levamos a sério que como cristãos devemos andar como aquele a quem chamamos de mestre? Será que nossas negociações e relações familiares refletem as atitudes que Jesus Cristo teve como homem? Será que estamos dispostos a aprender com Ele, que é manso e humilde de coração? Precisamos pensar sobre isso.

5-    O Verdadeiro Cristão não Ama o Mundo

As marcas do verdadeiro cristianismo não param por aí, lemos também em I João 2:15 “Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”. Esse sistema chamado mundo é governado pelo diabo, de modo que suas estratégias apontam para uma sociedade pós cristã, sem inclinação para as coisas do céu. As teologias da prosperidade e da libertação são manifestações claras do pensamento da nossa geração que é apegada ao mundo e às suas coisas. Desejamos tanto os bens e as ofertas deste mundo que estamos perdendo o desejo pelas coisas celestiais. Mas o verdadeiro cristão vai remar contra a maré e vai abrir mão do mundo e de seus manjares.

6-    O Verdadeiro Cristão pratica a Justiça

Os versos de 6 a 10 em I João 3, são de tirar o fôlego, quando afirmam que aquele que nele (Jesus) permanece não está no pecado. E acrescenta que todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu, e ainda: aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem pecando desde o princípio, fazendo uma diferença clara entre aqueles que são de Cristo e aqueles que são do diabo, pois se tratam de sementes distintas. O texto ainda afirma que todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus.  Desta forma sabemos quem são os filhos de Deus e quem são os filhos do diabo: quem não pratica a justiça não procede de Deus. Ufa quanta responsabilidade temos como cristãos, será que você tem visto essa marca em sua vida? A semente divina está gerando isso em seu coração? Pois é a Palavra de Deus é desafiadora mesmo.

7-     O Verdadeiro Cristão é Amoroso

Por fim, sem ter a pretensão de ser completo em minha abordagem, pois creio que há muito a ser dito sobre um Verdadeiro Cristão. Gostaria de afirmar que não há cristianismo sem manifestação clara de Amor, pois o mesmo está derramado em nossos corações pelo Espírito que nos foi dado. Deus é amor, é dele que procede o amor, de modo que quem tem comunhão com Ele não pode manifestar outra coisa senão o amor, pois é prova que estamos com Ele, que o conhecemos de fato. Quando João diz: “Se alguém afirmar: "Eu amo a Deus", mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”. É de deixar os cabelos em pé, pois o que vemos na atualidade é boa parte dos ditos evangélicos não manifestarem amor nem por seus próprios familiares. Quanto mais por aqueles que perseguem e odeiam a igreja. Se tem uma marca que identifica de longe um verdadeiro cristão é o amor, pois Jesus é o nosso maior exemplo disso. Por que temos tanta dificuldade em perdoar? Por que há tantos que passam necessidades básicas dentro de nossas igrejas? Não seria por ventura falta do dom supremo? Pois bem I João 4:7-8 I João 4:20-21 deixa claro que devemos amar, é mandamento, não se trata de opção.
Fica aqui o desafio, será que seu cristianismo passaria nesses testes? Boa prova!
Pr. Alexsandro Silva 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Aprendendo a tomar posse das bençãos que Deus tem para nós.



Vemos na palavra de Deus, várias situações, onde podemos tirar alguns ensinamentos práticos para o nosso dia a dia.
Na parábola do filho pródigo, o irmão deste ficou muito chateado com o Pai, bem; vamos ao início desta parábola:
O filho pródigo pediu ao pai que desse da sua parte da herança, e foi embora, e gastou tudo o que tinha até voltar para a casa do Pai sem dinheiro nenhum. Mas, como o Pai amava e sempre esperou seu filho voltar, recebeu- o com todo amor, dando uma grande festa.
O irmão do filho pródigo que nunca abandonou o Pai, sempre trabalhando na obra, agradando- o em tudo, ficou muito chateado, respondendo com tristeza e indignação que para ele, o Pai nunca tinha dado nada, nunca tinha deixado que ele se alegrasse com os amigos.
O próprio Pai, disse ao irmão do filho pródigo que Ele(o Pai) e o filho estavam sempre juntos e que tudo o que Ele(o Pai) tinha era dele também.
Trazendo para nossa vida, para o nosso dia a dia, vemos que muitas vezes não sabemos tomar posse das bençãos que Deus tem para nós através de Jesus Cristo, de seu sacrifício na cruz do calvário, achamos que as bençãos são só para os outros e nunca para nós.
Mas, não é isso o que diz a parábola do filho pródigo.
Deus cura várias pessoas e não te cura!
E ficamos na situação do irmão do filho pródigo! Com tudo em nossas mãos e vivendo na mendigagem.
Se analisarmos a parábola, na realidade veremos que quem não tinha nada era o filho pródigo, que ficou longe do pai, e chegou quase a mendigar, mas graças a Deus, com sabedoria, voltou correndo para os braços do pai.
Era mais sábio o filho pródigo do que seu irmão, porque entendia que o Pai(Deus) tem sempre o melhor para nós, e mesmo que trabalhasse como empregado na casa do Pai, teria sempre do bom e do  melhor.
Tinha fé que o Pai nunca o maltrataria e é Pai amoroso e bondoso, pois comparou os empregados da casa do Pai que sempre foram bem tratados.
Jesus sempre defendeu e cuidou dos discípulos quando esteve na terra com eles, instruindo- os e orientando, e esteve com eles mesmo quando ressuscitou, dizendo: Estarei sempre convosco até a consumação dos séculos.
Temos com exemplo nas viagens missionárias de Paulo, que uma cobra picou sua mão quando buscava vides para fazer uma fogueira para se esquentarem do frio.
Além de não acontecer nada a Paulo(apesar de acharem que ele ia morrer) Deus o usou soberanamente para curar muitas vidas e ganhar almas para o seu reino.
As bençãos são para nós e para todos, Deus não faz acepção de pessoas.
Deus não desampara ninguém, Deus é fiel!
Fonte: Ana Maria Vaiano de Aquino

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Que darei eu ao Senhor?



INTRODUÇÃO
O homem que reconhece a existência de Deus, é movido muitas vezes por um sentimento de retribuição em relação a Ele, isto é, a pessoa que tem a sensibilidade de reconhecer os benefícios do Senhor em sua vida, sempre busca fazer alguma coisa para agradá-Lo, como uma forma de “pagamento” pelo que tem recebido. Isto também ocorre principalmente quando a pessoa está precisando de alguma coisa que deseja pedir a Deus.
Este sentimento um dia surgiu no coração do rei Davi. Ele era um homem poderoso em Israel, e certamente tinha posses e recursos para oferecer alguma coisa ao Senhor, como uma retribuição. Ele deve ter pensado no que mais agradaria ao Senhor... no que poderia estar à altura de todo o benefício proporcionado ao rei, tais como as respostas das orações, os livramentos da morte e dos inimigos, a sua justiça, sua misericórdia e tantas outras bênçãos. O que dar a Deus por todo o seu benefício? O que o homem tem para ofertar a Deus? Como o homem poderia realmente agradar a Deus? Será que as “boas obras”, os sacrifícios, ofertas em dinheiro e em coisas materiais poderiam alegrar o coração de Deus e satisfazê-Lo? Uma vida religiosa seria suficiente para deixá-Lo contente?
Davi pensou muito e buscou muito descobrir uma forma de retribuir a Deus por todos os seus benefícios, e somente através da revelação ele descobriu como agradar ao Senhor.

DESENVOLVIMENTO
Certamente o homem não tem nada em si mesmo que possa oferecer a Deus, de modo que o Senhor não aceita nada que proceda do homem. Ele também não precisa de coisa alguma pois Ele é Deus, Senhor de todas as coisas, de modo que tudo pertence a Ele.
Foi pensando nessas coisas que Davi buscou do Senhor o que poderia ser agradável ao seu coração. Então o Espírito Santo revelou este segredo, este mistério, que na verdade era profético e que podemos perceber claramente no Getsêmani, vindo a se completar no Gólgota:
Tomarei o cálice da salvação – Davi alcançou a resposta quando entendeu, por revelação, que um dia o Filho de Deus tomaria o cálice da nossa culpa e dos nossos pecados sobre si mesmo e se entregaria à cruz para morrer em nosso lugar. O cálice que Jesus pediu ao Pai que se possível fosse, passasse dele, representava todo o seu sofrimento e humilhação por causa dos nossos pecados. Na verdade Jesus tomou o cálice da nossa salvação e o bebeu sozinho, para que através da fé na sua obra redentora, alcançássemos a vida eterna. Desta forma a única maneira de agradar a Deus é tomar o cálice da salvação, isto é, reconhecer seu sacrifício e aceitar Jesus como nosso Salvador. A fé em Jesus é a única coisa que nós podemos ofertar ao Senhor por todo o bem que nos tem feito, e isso não procede do homem, mas do próprio Deus.
Invocarei o nome do SenhorQuando reconhecemos a obra redentora de Jesus e cremos no seu nome, passamos a invocar o nome do Senhor. Todo aquele que toma o cálice da salvação, passa a depender do Senhor e a invocar o seu nome em toda a sua necessidade. O Senhor que governa a nossa vida é a fonte de todos os benefícios, e isso nos move a tomar constantemente o cálice da salvação.

CONCLUSÃO

Cumprirei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o seu povo
O voto que fazemos ao Senhor quando tomamos o cálice da salvação é a nossa fidelidade e obediência a Ele. Isso deve produzir em nós uma vida de testemunho diante de todo o povo do Senhor, gerando um fruto que é o resultado da operação do Espírito Santo na nossa vida. Este fruto é a vida de Jesus em nós, é a manifestação do Senhor Jesus na nossa vida, que fazemos parte do seu corpo.
Desta forma, o resultado final é agradável a Deus, pois Ele vê o seu Filho, o Senhor Jesus em nós. Aquilo que oferecemos a Deus, não é o que procede da nossa natureza caída, e sim a presença de Jesus no nosso coração.
creditos:portalrevelacao

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Verdadeiros filhos de Deus



Mt 5:44 - Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, 
bendizei os que vos maldizem, 
fazei bem aos que vos odeiam, e
orai pelos que vos maltratam e vos perseguem;
45 a-  Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus

Jesus nos diz claramente que para sermos filhos de Deus devemos amar nossos inimigos.

E eu te pergunto:
Como amar os nossos inimigos se o próprio Senhor Jesus nos diz em Mt 19:16, conversando com um mancebo rico, onde o rapaz chama Jesus de bom Mestre, e Jesus no mesmo instante o repreende dizendo ao jovem que o homem(ser humano) não era bom, e sim somente Deus?

Jesus como sempre acerta o alvo das nossas fraquezas, aquele lugar onde somos presas fáceis do inimigo de nossas almas.
O Senhor Jesus, na sua grande sabedoria, sabia que aquele rapaz vivia uma vida onde realmente, ele queria agradar a Deus; mas confiando nas suas próprias forças, agarrado assim nas suas riquezas, confiando em sua própria justiça, não entendendo assim que quando somos dependentes de Deus, Ele cuida de nós e nos guia.

Outra pessoa que também vivia assim era Jó.

 O próprio Deus disse que Jó era um homem justo, temente, mas, quando lemos as palavras ditas por ele, entendemos que Jó confiava em seus próprios atos de justiça, confiava que ele andando retamente perante o Senhor, seria abençoado e que nenhum mal lhe sobreviria.
Estes homens, apesar de justos não conheciam a Deus, o Deus de amor, misericordioso, Deus bondoso, que por tanto amar a sua criação, deu o seu Filho único, para morrer por nós.
 Na época de Jó, Jesus ainda não tinha vindo como Senhor e Salvador; mas o próprio Jó declara no final de seu livro, que conhecera a Deus só de ouvir falar, mas depois que Deus se revela a ele, agora seus próprios olhos já O veem!! aleluias!
Esses homens não entendiam que para sermos filhos de Deus, temos que andarmos guiados pelo Seu bom Espírito Santo, e que não é pelas nossas forças, ou justiças próprias que alcançaremos o favor de Deus em nossas vidas, e sim pela graça infinita do Senhor Jesus, pela sua grande misericórdia, pelo seu favor que não temos merecimento algum, favor imerecido.
Em Rm 8:14 diz que quando somos guiados pelo Espírito de Deus, ai somos considerados filhos de Deus e dai sim teremos condições para amarmos os nossos inimigos a ponto de não sermos mais como servos inúteis que só fazem o que seu Senhor manda; mas com condições de amar os nossos  inimigos a ponto  de conseguirmos perdoa-los, bendize-los, fazer bem para eles e até orar para que eles sejam tremendamente abençoados.
O homem não é bom, mas quando aceitamos o Senhor Jesus, deixando que Ele nos encha com Teu Espírito Santo, guiando nossas vidas, sendo dependentes da Sua vontade e querer, somos capazes de sermos parecidos com o Pai, tendo o caráter de Deus, aleluias! E assim poderemos dizer como Paulo: Não sou eu mais que vivo, mas Cristo vive em mim, Aleluias, louvado seja o Nome do Senhor!
fonte Ana Maria Vaiano de Aquino

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Coração Contrito



Êxodo 51:17 

O rei Davi, finalmente, descobriu a diferença entre sofrer o peso por dentro e sofrer o peso por fora
. Lá, bem no fundo do seu coração ele reconheceu toda a maldade da sua conduta. 
E “quebrantou” o seu coração e o levou a Deus para pedido sincero de perdão.

 Depois disso e somente disso, ele aprendeu que:

 “A um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” (Salmos 51:17).

Para muitos de nós.
Pedir perdão virou rotina. E rotina barata, sem sentimentos, sem verdade. Pedimos perdão e, daqui a pouco, voltamos a nos comportar erroneamente.

Se cultivamos a comunhão com o Senhor então quando acontece de
machucarmos o outro deveria causar machucado dentro de nós. 
Isto é contrição. È reconhecimento de erro, da ofensa, acompanhado de um sentimento verdadeiro de sofrimento pela ferida que causamos. Contrição é isso.

Em nossos relacionamentos, antes de pedir um perdão barato, é essencial olhar para dentro e nós perguntar o que é que, de fato, estamos sentindo.

 Se for contrição e quebrantamento, estamos no caminho certo das pazes e da recuperação.

O Senhor não despreza o coração contrito. Aqueles que amamos também não desprezam.

 Pr. Olavo Feijó

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Amor de Deus...

sábado, 11 de maio de 2013

Pratique Amar e Perdoar!



Decida amar!
 Amar não é uma opção ou um sentimento; mas uma decisão.
Disse Jesus:  "O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros!" (João 15:12) 
Como discípulos devemos tomar a decisão de obedecer ao Pai.
O amor é um mandamento. 
Quando decidimos amar vencemos os obstáculos que surgem, tentando nos impedir de andarmos em amor.

Exercite o perdão!

Só podemos andar em amor quando aprendemos a perdoar. 
O perdão nos libera para amar. 
Em determinadas situações pode ser muito difícil perdoar. 
Mas não desista! 
Quando estiver difícil, peça a ajuda ao Pai(Deus), diga a Ele que está difícil perdoar, mas que você quer fazê-lo.
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