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terça-feira, 3 de março de 2015

Não se deixe enganar pelo diabo!


Com que frequência um espírito maligno sugeriu que o seu passado de algum modo desqualifica-o de servir a Deus? 
Com que frequência você foi lembrado de um fracasso passado e um pecado há muito perdoado? 
As forças do mal(o diabo) tentam todo crente(pessoa que crê em Jesus) deste modo - nunca pense que você é o único! 
A verdade mais profunda é que o sangue de Cristo te libertou da condenação de Deus, e que o Espírito de Deus te equipou com todo recurso que você precisa.
Nada mais importa.
Como a maioria dos crentes, você foi chamado para viver em tensão entre sua conscientização natural dos seus erros e seu entendimento espiritual de que você foi plenamente justificado
As forças de Satanás sabem que vão ter uma vitória se podem de algum modo amortecer seu conhecimento de sua justificação, ou pode enganá-lo a pensar que de algum modo você pode
perder sua salvação.
Fica então fácil para eles ampliar seus erros, enfraquecê-lo com lembretes constantes desses erros, e paralisá-lo com auto condenação.
Mesmo o cristão mais experiente pode tornar-se completamente condenado por um fracasso ou erro pessoal. Milhões de cristãos têm ouvido aqueles sussurros demoníacos, ‘Deus não pode usá-lo porque...'; 'A razão pela qual nada está acontecendo é porque...'; 'Suponha que todo mundo soubesse que...', e essas palavras ainda são as armas mais eficazes do diabo.
Lembre-se, nenhum anjo, nenhum príncipe, nada que existe, nada que está por vir, nenhum poder, ou altura, ou profundeza, nenhum ser criado, nem mesmo o próprio diabo, pode separá-lo do amor de Deus.
Mas podem enganá-lo a pensar que você foi separado do amor de Deus. Você pode então agir como se foi separado. Você estará errado, naturalmente, mas os diabos não se importarão –
estarão muito ocupados alegrando-se com seu pensamento independente.
fonte: Livro Desmascarando Satanás

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Crê na Palavra de Deus


Suponhamos que certo homem acorrentado, na cadeia, apela rogando perdão, e o carcereiro se chega e apresenta um documento ao prisioneiro provando que seu pedido de perdão foi concedido, o prisioneiro não começaria a se sentir grato para com aqueles que outorgaram o perdão?
Mas o carcereiro lê o perdão, desprende as correntes, destranca e abre a porta do cárcere e diz:

 "Está livre; vá em paz." Mas o homem diz: "Sei que se diz no documento que estou libertado, e creio em toda palavra, mas estou ainda no cárcere.
O carcereiro diz:
 "As portas estão abertas, pode sair."
 "Sei que as portas estão abertas, e sei que estarei livre se estivesse fora, mas estou aqui dentro.
"- O carcereiro insiste:
 "Ora, por que não sais? Não crês que o que digo é verdade?"
 "Sim, creio em todas as palavras que está falando, mas parece que nunca sairei daqui." O perdão não tem BENEFÍCIO algum para tal homem, porque prefere permanecer na prisão, em vez de concretizar seu perdão.
Igualmente, o Evangelho de cura para o corpo não tem BENEFÍCIO algum para os que não se querem aproveitar do Evangelho.
 "Eu sou o Senhor que TE sara" (Êxodo 15.26) não tem valor algum para os que o não aceitam e concretizam a promessa feita por Jeová.
 "Que sara todas as TUAS enfermidades" não é. de BENEFÍCIO algum para os que não se fiam nesta declaração, PONDO EM ATIVIDADE SUA FÉ.
 "Pelas Suas feridas fostes sarados" não tem valor algum para os que recusam crer que suas enfermidades foram curadas no Calvário. Recusam crer que estão curados porque podem ainda sentir a dor, assim dizem:
"Sei que isto não se refere a MIM; não quer dizer que eu fui curado, porque ESTOU DOENTE.
" E assim o duvidador recusa crer na PALAVRA DE DEUS por causa do que vê e sente, esquecendo-se de que a própria natureza da fé é: "o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem," Heb. 11.1.
creditos: Livro Curai enfermos e expulsai demônios- T.L.Osborn

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O que Jesus quis dizer com: não jogueis pérolas aos porcos?





Caro leitor, o texto em que está presente essa expressão é este:

 “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.” (Mt 7. 6)

Antes de tudo, precisamos observar que esse texto esta dentro do conhecido “sermão do monte”, que foi proferido por Jesus aos seus discípulos.
 “Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los, dizendo:…” (Mt 5. 1-2).

O que os discípulos de Jesus teriam em sua posse que era “santo” e que era uma “pérola”?

Certamente todas as evidências a respeito do reino de Deus. Os discípulos de Jesus herdam Dele a “pérola” chamada evangelho, que é a palavra de salvação, a boa notícia, a demonstração do poder e do amor de Deus através de prodígios e da exposição da Palavra. 


Essa é a pérola santa dada por Deus aos Seus discípulos.

Estaria, então, Jesus orientando a seus discípulos o não compartilhar dessa “pérola” com as outras pessoas? Evidentemente, não!

Observe que a ordem para “não dar o que é santo” e “não jogar as pérolas” se refere e indica dois personagens: os cães e os porcos.

O texto mostra que esse tipo de “pessoa” pisa no que é santo e dilacera os que apresentam a pérola, resistindo ferozmente: “para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.” (Mt 7. 6)

Jesus fala aqui daqueles que resistem e zombam demoniacamente das pérolas santas que os discípulos portam e buscam compartilhar. Os discípulos não devem perder seu tempo com esse tipo de pessoa que mostra claramente que despreza e rejeita veementemente tudo que vem de Deus.

Em uma de suas instruções aos doze apóstolos, Jesus lhes manda: “Se alguém não vos receber, nem ouvir as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” (Mt 10. 14)

Num dos encontros de Jesus com os fariseus, Jesus declara aos seus discípulos: “Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.” (Mt 15. 14)

Da mesma forma, Paulo também aplicou esse princípio:


 “Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, Paulo se entregou totalmente à palavra, testemunhando aos judeus que o Cristo é Jesus. Opondo-se eles e blasfemando, sacudiu Paulo as vestes e disse-lhes: Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue! Eu dele estou limpo e, desde agora, vou para os gentios.” (At 18. 5-6)

Assim, fica evidente que não há uma proibição de Jesus de que preguemos e testemunhemos a palavra a todos, mas que, observando esse tipo de resistência blasfema e irreverente diante das pérolas de Deus, não desperdicemos aquilo que temos de mais precioso. O discípulo precisa usar de sensibilidade para perceber que suas pérolas estão sendo pisadas e sair de cena buscando novas oportunidades.
fonte Esboçando ideias

quinta-feira, 23 de maio de 2013

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