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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

5 acontecimentos passados componentes básicos do evangelho cristão.


Sem dúvida a vinda do Espírito Santo em Pentecostes marcou uma mudança crucial na maneira de Deus se relacionar com a raça humana.
É um dos cinco acontecimentos passados, todos eles componentes básicos do evangelho cristão: a encarnação, a redenção, a ressurreição, a ascensão e Pentecostes. O sexto componente ainda está para ser realizado: a Segunda Vinda de Jesus.
O primeiro acontecimento básico, a encarnação, marcou a entrada redentora de Deus na vida humana, como verdadeiro homem.
O segundo acontecimento foi a maneira de Deus permanecer justo e mesmo assim justificar homens culpados – a redenção.
O terceiro, a ressurreição, demonstrou que os três grandes inimigos do ser humano – a morte, Satanás e o inferno tinham recebido o golpe de misericórdia.
O quarto – a ascensão – mostrou que o Pai tinha aceito a obra redentora do Filho, e que as exigências da Sua justiça tinham sido cumpridas.
O quinto evento, o Pentecostes, nos assegura que o Espírito de Deus veio para realizar Seus  propósitos no mundo, na Igreja e no crente individual!
creditos:Livro O Espírito Santo-Billy Graham

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Honestidade no casamento



“Beijados serão os lábios do que responde com honestidade
Provérbios 24:26
Honestidade no casamento é ser sincero e verdadeiro em todos os momentos da vida. A desonestidade e o engano podem destruir o tecido familiar. Uma frase fingida às vezes pode parecer doce ao paladar, mas as palavras mentirosas acabam queimando no estômago como comida deteriorada até fazê-lo vomitar.
Quando você tiver que tomar uma decisão entre falar a verdade ou mentir, compare cuidadosamente os benefícios da honestidade com as conseqüências do engano.
A mentira é uma arma do mau que nos priva do mais importante relacionamento que temos que é a nossa família. Para isso é preciso empreender esforços para que a mentira seja banida do relacionamento familiar.
Uma meia verdade é pior do que uma mentira. A mentira vai roendo o tecido familiar. É evidente que a verdade sempre triunfará. A maior mentira que o diabo inventou é que os discípulos roubaram o corpo de Jesus Cristo e que a ressurreição era uma farsa.
Essa foi uma das maiores mentiras inventadas pelo diabo. Jesus disse que o diabo é o pai da mentira.(João 8:32  ) No entanto a ressurreição de Cristo, a grande verdade do universo, não pode ser encoberta. A verdade sempre triunfará.
Lembre-se! Sempre a verdade. Doa como doer. Nada é mais importante do que ser verdadeiro em todos os momentos da vida. Seja verdadeiro, fale a verdade, cante a verdade e experimente a grande liberdade patrocinada por Cristo na cruz ( E conhecereis a verdade.... João 8:32)
Viver a verdade implica em andar com honestidade. Viver uma vida honesta é uma das características de quem é verdadeiro. Se teus lábios são mentirosos, seu caminhar é falso. Se teus lábios amam a verdade eles serão beijados, ou seja, o respeito e a admiração das pessoas com quem você convive serão à força de tua vida, a mola propulsora do teu ânimo. A motivação de tua vida.
honestidade nos relacionamentos precisa ser examinada para prover sabedoria e apoio para assegurar força e estabilidade. Ter firmeza positiva internamente cria um oásis de recursos espirituais, dando segurança para nos basearmos na nossa auto estima.
Honestidade é falar aquilo que se pensa e fazer aquilo que se fala. Não pode haver discrepâncias em pensamentos, palavras ou ações. Tal integração provê clareza e exemplo para outros. Alguns pensam: “eu sou honesto, mas ninguém me entende”.
Isso não é ser honesto. A honestidade é tão nítida quanto um diamante sem falhas que jamais pode permanecer escondido. O valor torna-se visível nas ações das pessoas.
Apenas isso... Seja honesto (a).
fonte: Pedro Luiz De Almeida

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O falar cristão



“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” Ef 4:29


“Mas a prostituição, e toda a impureza ou avareza, nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos; nem torpezas, nem parvoíces (conversas tolas), nem chocarrices, que não convêm; mas antes, ações de graças.” Ef 5:3-4

“Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca.” Cl 3:8

Segundo as Escrituras Sagradas, todo aquele que com a boca confessa a Jesus como seu Salvador, e com o coração crê para a salvação, é feito nova criatura, passando por uma transformação total em seu ser.

Transforma-se a mente, e as coisas antigas dão lugar às novas. Afinal, vinho novo não pode ser colocado em odres velhos, muito menos remendo de pano novo em veste velha (Mc 2:21-22). Velhos hábitos ruins não cabem em uma nova vida.

Isto implica, também, em mudança no nosso falar. Alguém que renasceu em Cristo não pode ficar preso à linguagem corrosiva que antes cultivava, porém deve passar a ser um canal através do qual Deus manifestará a Sua Graça aos que ainda não foram alcançados e também àqueles que já O conhecem e O amam.

O tempo todo estamos nos comunicando com as pessoas, e o principal meio empregado são nossas palavras. Portanto, é necessário estar sempre vigilantes quanto ao que nossos lábios falam, pois através de palavras podemos edificar ou destruir.

Segundo o ensino de Paulo, apóstolo de Cristo, o falar cristão deve estar livre de alguns vícios altamente destrutivos:

a) palavras torpes  no original grego, o termo traduzido por torpe é sapros, que era comumente empregado com o significado de estragado, podre, decadente, muito utilizado em relação a peixes, carnes, frutas e outros alimentos. Figuradamente, esse termo representa o que é decadente, imoral, prejudicial, danoso, vergonhoso, indecente, nojento, repugnante.

Palavras torpes são aquelas capazes de provocar mal-estar aos outros, fazer com que as pessoas se sintam desconfortáveis e ansiosas por deixar o local, ferir a auto-estima alheia, ofender, humilhar, desanimar etc.
Os palavrões são exemplos bem claros de palavras torpes. Brincadeiras capazes de provocar humilhação, às vezes até mesmo sem intenção, também se enquadram nessa categoria e devem ser evitadas.

Proferir julgamentos contra nossos irmãos é uma forma de torpeza, visto que, quando o fazemos, estamos não apenas usurpando uma prerrogativa que pertence somente a Deus, mas estamos nos colocando em situação de superioridade em relação à pessoa a quem julgamos e provocando redução de sua auto-estima, que pode resultar em conseqüências muito graves.

De nossos lábios não devem sair palavras de julgamento, críticas, murmuração, xingamento, maldição, maledicência, depreciação, fofocas, mentiras. Antes, nossa língua deve proferir palavras de exortação, estímulo, gratidão, elogios sinceros, bênção, e tudo o mais que for bom, agradável e edificante.

Paulo é bem claro quanto a isto, ao afirmar que de nossa boca deve sair palavra para edificação, a fim de transmitir graça aos que ouvem.

b) parvoíces: em algumas versões, em vez de parvoíces consta palavras vãs ou conversas tolas. Segundo o dicionário bíblico, significa tolice, cretinice, estupidez. Essas palavras também significam asneira, besteira.

“Não usem palavras indecentes, nem digam coisas tolas ou sujas, pois isso não convém a vocês. Pelo contrário, digam palavras de gratidão.” Ef 5:4, NTLH.
Um cristão não deve andar em conversas tolas, visto que a Palavra de Deus é fonte de sabedoria, e o Espírito Santo nos leva ao proceder sábio.
No versículo 6 do capítulo 5 de Efésios, Paulo fala que “ninguém vos engane com palavras vãs, porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência”. O que vêm a ser essas palavras vãs?

Palavras vãs  Por incrível que pareça, ainda há pessoas que vivem como se Deus não existisse, ou não levam em conta a Sua existência. Trata-se de uma atitude que restringe a vida ao presente, pois não há pensamento sobre o futuro, não se espera que haja uma vida após a morte. Mas isso não é algo que ocorre apenas nos dias atuais, pois desde tempos antigos é algo relativamente frequente. Nos dias de Paulo havia pessoas desse tipo perturbando a Igreja. Entretanto, quem atenta para visão bíblica da vida percebe que a história se move em direção a um ponto final, quando todo ser humano haverá de estar diante de Deus para responder por seus atos (II Cor. 5:10; Hb. 9:27). Enfatizando a responsabilidade final do homem perante Deus, Paulo adverte que tão certamente quanto o amor de Deus se manifestou para a salvação da humanidade, com toda certeza "vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência" (Ef. 5:6). A ira divina é o juízo contra todo o mal e pecado, e contra aqueles que praticam tais coisas. Levando em conta a certeza do julgamento, Paulo advertiu aos crentes: "Não sejais participantes com eles" (v. 7). Indaga-se, então: participantes com quem? O verso 6 se refere aos que falam "palavras vãs". Eram falsos mestres que tinham suas mentes ainda impregnadas de filosofias pagãs, negando a realidade do pecado e do juízo final para aquele pecado. Paulo, então, orienta energicamente para que os crentes se afastem dessas pessoas e das suas filosofias, pois elas se opõem à verdade como é em Jesus. O apóstolo manifesta verdadeiro horror aos seus falsos ensinos e chama esses homens como "filhos da desobediência", sobre quem cairá "a ira de Deus" (v. 6). Ainda, Paulo adverte os cristãos no sentido de que, entre eles, não haja sequer sugestão, pensamento ou piada a respeito desses pecados.


c) chocarrices  chocarrice, segundo os dicionários, inclusive o bíblico, significa gracejo atrevido ou petulante, grosseiro; gozação; caçoada; piada com conteúdo pesado; palavra que choca.

Cristãos não devem andar a falar coisas grosseiras, fazendo piadas de mau gosto, com gracinhas atrevidas e muitas vezes grosseiras.

Paulo diz: “a vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um” (Cl 4:6).

A murmuração é um câncer, que corrói não apenas a pessoa que murmura, mas também afeta o próximo.

Em Êxodo 16:3 (“E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do SENHOR na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão”), vemos o povo de Deus murmurando. De seus lábios, antes de saírem palavras de gratidão, saiam palavras de reclamação.

Nossa boca deve expressar nossa gratidão a Deus por tudo o que Ele nos dá. Pela nossa casa, pela família, pelo trabalho, pela saúde, pelas tribulações que nos fazem crescer e amadurecer etc.

Tiago nos exorta a fazer bom uso de nossa língua, proferindo palavras de bênção, e não de maldição, e procurando refrear a língua, pois assim como ela pode edificar, também tem enorme poder destruidor (Tg 3:1-12).

As palavras devem ser usadas com ponderação, em todas as ocasiões, seja no nosso lar, no trabalho, na comunidade evangélica, no ambiente escolar, em momentos de lazer, etc.

Muitas famílias são destruídas porque as pessoas não refreiam suas línguas, e não refletem antes de proferirem alguma palavra. Assim, cônjuges se ofendem mutuamente, se desvalorizam um ao outro; pais amaldiçoam filhos, mesmo sem querer e sem saber, ao atribuírem a eles algum tipo de característica negativa.

Sigamos o que diz Salomão: “Na multidão de palavras não falta pecado, mas o que modera os seus lábios é sábio.” (Pv 10:19)

“As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma, e saúde para os ossos.”(Pv 16:24)

Que sejamos legítimos canais de bênçãos e da Graça de Deus ao nosso próximo, através das palavras que saem de nossos lábios.

creditos: José Vicente Ferreira

quinta-feira, 6 de março de 2014

Sim, Sim, Não, Não


Através da Bíblia temos a oportunidade de conhecer o caráter, os princípios e os valores de Deus. Uma das coisas que Ele mais valoriza é a sua Palavra.
Com o passar dos tempos, as pessoas tem deixado de dar importância às suas palavras. Cada vez mais, fazem uso de mentiras para conseguir promoções, status ou benefícios. Assim, acabam seguindo um curso totalmente contrário daquele desejado por Deus para nós.

Deus zela e valoriza sua palavra
Deus, em cada uma de suas atitudes, deseja nos ensinar algo. No livro de Gênesis podemos ler acerca da promessa que Ele fez a Abraão: “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção” (Gn 12.2). “Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo” (Hb 6.13).
Deus, após fazer a promessa a Abraão, mostrou o valor da sua palavra jurando por si mesmo. Na época do velho testamento, um juramento era uma invocação a Deus para que ele, o único que conhece os corações, testemunhasse a verdade, castigando o indivíduo que por acaso estivesse jurando falsamente. Deus empenhou a sua própria pessoa em sua promessa a Abraão. Deus mostrou a Abraão, e tem mostrado a nós também, que as palavras devem ser de honra e dignidade. Toda promessa deve ser cumprida, independentemente das circunstâncias.
Ainda que tudo mude à nossa volta, seja na área financeira, emocional ou espiritual, segundo o exemplo que Deus nos deu, devemos honrar cada uma das nossas palavras. Cumprir as nossas palavras não depende da fidelidade das outras pessoas, e sim da nossa, pois Deus, independente da nossa infidelidade, sempre permanecerá fiel para conosco. “…se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a Si mesmo” (2 Tm 2.13).

Imitando Deus
“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef 5.1). Ser imitador de Deus é muito mais do que dizer “sou crente” ou simplesmente ir ao culto de domingo. Ser imitador de Deus é ter exatamente as mesmas atitudes que Ele tem mediante as mais diversas circunstâncias. É valorizar aquilo que Deus valoriza: a palavra.

Homens e mulheres de uma só palavra
“Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt.5.37). A Bíblia nos mostra de forma muito clara que devemos prestar atenção em cada promessa ou palavra que declaramos. Devemos ser homens e mulheres de apenas uma palavra, para que tenhamos crédito perante as pessoas e perante Deus.
Quão desagradável é não poder distinguir se uma pessoa com a qual nos relacionamos está falando a verdade, ou se está mentindo.

Se você disse, eu acredito!
“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17). Ao lermos esse versículo tão belo e poderoso, podemos tirar dele vários ensinamentos importantes para as nossas vidas. Quanto mais ouvimos a Palavra de Deus, mais o nosso coração se encherá de fé, pois temos a convicção de que tudo aquilo que Deus diz, Ele cumpre.
Entendemos, então, que o crédito que damos a uma palavra está diretamente ligado à pessoa que a declarou. Todo cristão verdadeiro precisa ter crédito em suas palavras. Este crédito, muitas vezes, demora a ser conquistado. Entretanto, ele pode ser perdido muito facilmente, basta uma “simples” mentira. “O justo odeia a palavra de mentira…”
(Pv 13.5)
A mentira não deve fazer parte das nossas vidas, devemos possuir apenas uma palavra e honrá-la em qualquer circunstância. Assim como Deus, o justo odeia a mentira. O simples fato de uma palavra ter partido de nós, deve ser suficiente para que as pessoas acreditem nela. Caso isto não ocorra, precisamos rever nossas atitudes e buscar ganhar crédito para a nossa palavra.

“Pequenas mentiras”
Muitos pais, para não serem importunados por seus filhos pequenos, costumam resolver algumas questões aplicando-lhes “pequenas mentiras”. À luz da palavra que acabamos de expor, mesmo essas questões, e principalmente essas, devem ser resolvidas falando-se a pura verdade.
Em primeiro lugar, toda mentira é procedente do Diabo. Ao mentir para o seu filho pequeno você estará agindo como um filho do Diabo. Em segundo, mais cedo ou mais tarde ele descobrirá que foi enganado e perderá a confiança em você. Em terceiro lugar, ele seguirá o seu exemplo mentindo para outras pessoas, porque julgará que essa é uma atitude normal. Por último, ele se tornará uma pessoa insegura em relação aos outros, desconfiando sempre de suas palavras. Portanto, vamos fazer direitinho a nossa lição de casa. Seja correto, e Deus certamente vai abençoar o seu lar.


Honre sua palavra!
Deus valoriza a sua Palavra e por isto sempre cumpre suas promessas. Como bons filhos de Deus, devemos honrar nossa palavra, assim como Deus o faz. O justo não tem prazer na mentira e sendo assim, possui apenas uma palavra e sempre a cumpre, custe o que custar.
creditos:blogdasmulheres

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Fruto do Espírito Santo: Domínio Próprio


O cristão precisa estar com a sua consciência lavada e purificada de todo e 

qualquer sentimento do mal, a fim de estar apto espiritualmente para lutar

 e vencer, pela fé no Senhor Jesus


Para se ter uma ideia da grandeza desta qualidade, basta analisar
 o que o Espírito Santo falou através de Salomão:

“Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina
 o seu espírito, do que o que toma uma cidade.” Provérbios 16.32
“Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem
 que não tem domínio próprio.” Provérbios 25.28

De fato, do que adianta apresentarmos uma fé inabalável, capaz de
 transportar montanhas, ressuscitar mortos, curar enfermos,
 expelir demônios, se não conseguimos controlar os impulsos da
 nossa vontade carnal?
Porque, na realidade, o seguidor do Senhor Jesus Cristo vive em 
constante conflito contra as hostes espirituais do mal. A sua luta
 não é contra a carne e sangue, mas:

“... contra os principados e potestades, contra os dominadores
 deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas
 regiões celestes.” Efésios 6.12
O cristão precisa estar com a sua consciência lavada e purificada
 de todo e qualquer sentimento do mal, a fim de estar apto
 espiritualmente para lutar e vencer, pela fé no Senhor Jesus.
Se, no entanto, a sua “carne”, ou seja, as suas concupiscências,
 seus desejos carnais são incontroláveis, então, como poderá usar
 a armadura de Deus para alcançar o sucesso? É aí que se faz 
necessário o domínio próprio.

A Palavra de Deus nos exorta, dizendo:

“... andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne.
 Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne,
 porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura,
 seja do vosso querer.” Gálatas 5.16-17

Infelizmente, algumas vezes eles têm conseguido sucesso, exatamente porque 
tem havido por parte de muitos de nós, cristãos, omissão ao domínio próprio. 
O Senhor Jesus nos adverte de que:  “... se a vossa justiça não exceder em
 muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.”
 Mateus 5.20Nós, os cristãos, vivemos num mundo profundamente hostil, 
porque pertencemos ao Reino de Deus e habitamos no reino do diabo; 
consequentemente, há uma verdadeira batalha entre aqueles que pertencem
 à luz e os que são possuídos pelas trevas. Então, o que tem acontecido? 
Os não cristãos, isto é, aqueles que são possuídos pelas trevas e por isso
 mesmo guiados por elas, sempre articulam provocações no intuito de 
reagirmos segundo a nossa carne, para que eles possam provar a si mesmos
 e, acima de tudo, a nós que, no fundo, no fundo, somos todos iguais e 
pertencemos ao mesmo mundo, e que não adianta nada a nossa fé.
Daí, é imperiosa a necessidade de se manter um domínio próprio, mesmo 
diante de todas as provocações, a fim de que pela nossa conduta exemplar 
as pessoas possam ver o Senhor através de nós. Assim também evitamos
 descer no nível daqueles que se encontram nas trevas.

A graça do domínio próprio não é menos importante do que as demais, 
pois ela dá um sentido genuinamente cristão, um autocontrole de si mesmo,
 ante os impulsos da carne que nos conduz à morte. Todo cristão
 precisa de uma temperança, de uma autodisciplina para representar o seu
 Senhor aqui neste mundo:

“Por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a 
vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento,
 o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a 
perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, 
o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando,
 fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno 
conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele a quem estas 
coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido 
da purificação dos seus pecados de outrora. Por isso, irmãos, procurai, 
com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; 
porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.
 Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no 
Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” 2 Pedro 1.5-11
créditos: Renovação

terça-feira, 14 de maio de 2013

As raízes – sua aparência e a importância


Quando a semente germina, ocorre um crescimento para cima (tronco, galhos, folhas, flores e frutos) e outro para baixo (raiz).
 Nossa vida não pode ser apenas algo exterior, mas interior. A raiz garante firmeza, nutrição e sobrevivência para a planta

"Mal foram plantados e semeados, mal se arraigou na terra o seu tronco, já se secam, quando um sopro passa por eles, e uma tempestade os leva como palha". (Is 40.24).

Muitas vezes, enfatizamos o que a árvore produz, o fruto, mas nos esquecemos das raízes. Nos mais variados aspectos da nossa vida, valorizamos mais o que é aparente e menosprezamos o que está oculto. 

O fruto é muito importante, mas a sua falta pode indicar um problema na raiz. Estamos muito preocupados com as aparências, com aquilo que pode ser visto e admirado pelos homens.

Entretanto, nossas raízes são valores e práticas vistas apenas por Deus. Estão abaixo da superfície e precisam ser cultivadas com atenção e cuidado. Se não for assim, corremos o risco de cair, pois o peso exterior não terá sustentação interior.




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