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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

DEUS FALOU COMIGO ATRAVÉS DA SUA PALAVRA, QUANDO TIVE LEUCEMIA PELA SEGUNDA VEZ, HOJE ESTOU CURADA E VITORIOSA PARA HONRA DO SENHOR JESUS!

 Vencemos o mundo com nossa fé



Porque será que na maioria das vezes somos tão incrédulos, perguntava eu a Deus! Porque achamos, que as coisas, os fatos vão dar mais errado do que certo?
E Deus na sua infinita misericórdia foi me levando a acontecimentos dentro da própria Bíblia (aliás Deus só fala através da Bíblia) e me mostrando como homens como nós venceram todas as dificuldades.
Disse Deus, lembra-se de Moisés, quando mandou que 12 homens fossem espiar, a terra de Canaã e somente 2 voltaram, (sendo Josué e Calebe) vendo a vitória, mesmo em meio as circunstâncias, eles não temeram, mas se viram mais do que vitoriosos? Os outros 10 homens voltaram temerosos e Deus se desagradou totalmente, mas disse que em Josué havia um outro espírito(Nm 14:24)! Aliás Deus não pode deixar que esses homens entrassem na terra prometida, não porque não queria, mas porque eles seriam perdedores se tivessem que guerrear, porque enxergavam com seus próprios olhos.
Lembra-se também que Daniel foi vencedor porque Deus disse que ele tinha um espírito excelente?(Dn 5:12), este interpretava sonhos e era inteligente e cheio de sabedoria.
E o Senhor na sua imensa misericórdia me mostrava através dos textos bíblicos quando Sansão, não olhando para sua situação lastimável, porque estava cego, preso, mas sabendo que venceria os filisteus, derrubou o templo de Dagon(Jz 16:29), havia nele também um outro espírito, por isso está registrado na Bíblia como herói da fé, e muitos mais personagens bíblicos.
Deus me mostrava que nestes homens, comuns como nós, havia o Espírito Santo, eles olhavam através dos olhos do Espírito, que são os olhos do próprio Deus, onde nada é impossível!
Quando olhamos com os olhos carnais, percebemos que não cremos em nada, não vemos vitória, a dúvida invade nossos corações, nos sentimos temerosos, fracos, impotentes, e sabemos que sem fé, com duvida é impossível agradar o Todo Poderoso, onde limitamos totalmente o seu poder, porque olhamos através das nossas próprias capacidades e sabemos que nada podemos fazer!
Sabemos também que a carne não agrada a Deus porque tem a essência do inimigo de nossas almas, o diabo, e ele é contra tudo o que é de Deus.
Quando Nicodemos foi conversar com Jesus, a noite, dizendo que somente quem é vindo de Deus, faria aqueles grandes sinais, Jesus lhe respondeu que para ver e entrar no Reino de Deus; que para fazer aqueles sinais(porque Jesus próprio disse que faríamos obras maiores do que a que Ele fez e isto está escrito em João 14:12), temos que nascer de novo, disse mais, o que é nascido da carne é carne, o que é nascido do Espírito é espírito, porque teremos uma nova visão quando nos entregamos ao Espírito Santo.
Não podemos fazer a carne enxergar o Reino de Deus, porque ela não gosta do que é de Deus, ela é inimiga de Deus, ela só quer as coisas ruins(é só lembrar do que está escrito em Gálatas 5: 19).
A nossa vitória e a vitória da igreja, (a vitória que vence o mundo é a nossa fé diz a Bíblia) é sermos cheios com o Espírito Santo. Na igreja primitiva, os apóstolos pregavam o arrependimento, batizavam as pessoas que quer dizer a morte da carne, e depois oravam para que elas fossem cheias do Espírito Santo, esta é a igreja vitoriosa! Havia milagres, maravilhas, conversões aos milhares, porque eram usados com poder que vinha de serem cheios do Espírito Santo e o Nome de Deus era glorificado!
Temos que adquirir o habito de crucificarmos a carne com as suas concupiscências e nos enchermos do Espírito Santo, largando tudo aquilo que fortifica nossas carnes e nos voltando para aquilo que fortalece nosso espírito para que sejamos vitoriosos em todo nosso olhar, pensar, agir, falar, decidir. A fé vem quando ouvimos(lemos) a Palavra de Deus. Assim faremos a obra de Deus com poder e grande glória e o Nome do Senhor Jesus será glorificado em nossas vidas.
Fonte: Ana Maria Vaiano de Aquino

quinta-feira, 19 de março de 2015

Vencemos o mundo com nossa fé



Porque será que na maioria das vezes somos tão incrédulos, perguntava eu a Deus! Porque achamos, que as coisas, os fatos vão dar mais errado do que certo?
E Deus na sua infinita misericórdia foi me levando a acontecimentos dentro da própria Bíblia (aliás Deus só fala através da Bíblia) e me mostrando como homens como nós venceram todas as dificuldades.
Disse Deus, lembra-se de Moisés, quando mandou que 12 homens fossem espiar, a terra de Canaã e somente 2 voltaram, (sendo Josué e Calebe) vendo a vitória, mesmo em meio as circunstâncias, eles não temeram, mas se viram mais do que vitoriosos? Os outros 10 homens voltaram temerosos e Deus se desagradou totalmente, mas disse que em Josué havia um outro espírito(Nm 14:24)! Aliás Deus não pode deixar que esses homens entrassem na terra prometida, não porque não queria, mas porque eles seriam perdedores se tivessem que guerrear, porque enxergavam com seus próprios olhos.
Lembra-se também que Daniel foi vencedor porque Deus disse que ele tinha um espírito excelente?(Dn 5:12), este interpretava sonhos e era inteligente e cheio de sabedoria.                                          
E o Senhor na sua imensa misericórdia me mostrava através dos textos bíblicos quando Sansão, não olhando para sua situação lastimável, porque estava cego, preso, mas sabendo que venceria os filisteus, derrubou o templo de Dagon(Jz 16:29), havia nele também um outro espírito, por isso está registrado na Bíblia como herói da fé, e muitos mais personagens bíblicos.
Deus me mostrava que nestes homens, comuns como nós, havia o Espírito Santo, eles olhavam através dos olhos do Espírito, que são os olhos do próprio Deus, onde nada é impossível!                     
Quando olhamos com os olhos carnais, percebemos que não cremos em nada, não vemos vitória, a dúvida invade nossos corações, nos sentimos temerosos, fracos, impotentes, e sabemos que sem fé, com duvida é impossível agradar o Todo Poderoso, onde limitamos totalmente o seu poder, porque olhamos através das nossas próprias capacidades e sabemos que nada podemos fazer!                           
Sabemos também que a carne não agrada a Deus porque tem a essência do inimigo de nossas almas, o diabo, e ele é contra tudo o que é de Deus.                                                      Quando Nicodemos foi conversar com Jesus, a noite, dizendo que somente quem é vindo de Deus, faria aqueles grandes sinais, Jesus lhe respondeu que para ver e entrar no Reino de Deus; que para fazer aqueles sinais(porque Jesus próprio disse que faríamos obras maiores do que a que Ele fez e isto  está escrito em João 14:12), temos que nascer de novo, disse mais, o que é nascido da carne é carne, o que é nascido do Espírito é espírito, porque teremos uma nova visão quando nos entregamos ao Espírito Santo.
Não podemos fazer a carne enxergar o Reino de Deus, porque ela não gosta do que é de Deus, ela é inimiga de Deus, ela só quer as coisas ruins(é só lembrar do que está escrito em Gálatas 5: 19)
A nossa vitória e a vitória da igreja, (a vitória que vence o mundo é a nossa fé diz a Bíblia) é sermos cheios com o Espírito Santo.                                                                         Na igreja primitiva, os apóstolos pregavam o arrependimento, batizavam as pessoas que quer dizer a morte da carne, e depois oravam para que elas fossem cheias do Espírito Santo, esta é a igreja vitoriosa! 
Havia milagres, maravilhas, conversões aos milhares, porque eram usados com poder que vinha de serem cheios do Espírito Santo e o Nome de Deus era glorificado!                                           
Temos que adquirir o habito de crucificarmos a carne com as suas concupiscências e nos enchermos do Espírito Santo, largando tudo aquilo que fortifica nossas carnes e nos voltando para aquilo que fortalece nosso espírito para que sejamos vitoriosos em todo nosso olhar, pensar, agir, falar, decidir. A fé vem quando ouvimos(lemos) a Palavra de Deus. Assim faremos a obra de Deus com poder e grande glória e o Nome do Senhor Jesus será glorificado em nossas vidas.
Fonte: Ana Maria Vaiano de Aquino

sexta-feira, 6 de março de 2015

Caráter cristão


Não adianta o crente só crer, ele tem que ter um caráter.
Tem que acrescentar a sua fé a virtude, isto é a coragem, para não fracassar.
Não basta ser corajoso, deve também ser instruído(ciência) pelas escrituras(bíblia), precisando acrescentar a virtude a ciência, a ciência a temperança(moderação).
Muitas provações virão e ele precisará de paciência(fortaleza) para ser persistente.
E terá que ter a piedade em todas as ocasiões, consultar a vontade de Deus.
Teremos que ter amor fraternal pelos irmãos para vivermos em comunhão e acrescentar ao amor  fraternal o amor ágape que deseja o bem de todos.
Devemos ser participantes da natureza divina, sem pecado, fazendo as boas obras.
fonte: Ana Maria Vaiano de Aquino

quarta-feira, 4 de março de 2015

Uma breve história para aumentar a fé.


Há muitos anos, meu jardim tinha uma cerca viva, bastante
verdejante, mas que pouco protegia. O cachorro de um vizinho gostava de visitar meu jardim e, visto que ele nunca cultivou minhas flores, jamais lhe ofereci boas-vindas cordiais.
Andando quieto por ali, certo fim de tarde, vi-o fazendo algum dano. Joguei nele uma vara e o aconselhei a volta para casa; mas como a boa criatura me respondeu? Virou-se em minha direção, abanou o rabo e, da maneira mais brincalhona, pegou a vara, trouxe a a mim, e a colocou a meus pés. Eu bati nele? Não, não sou monstro. Teria me envergonhado se não lhe tivesse afagado o dorso e o convidado a voltar a meu jardim sempre que quisesse. Ele e eu passamos imediatamente a ser amigos porque, como
vocês percebem, ele confiou em mim e me conquistou. Ora, por mais singela que seja essa história, é exatamente essa a filosofia da fé singela em Cristo da parte do pecador.
Como o cachorro conquistou o homem ao confiar nele, também o miserável pecador conquista, com o efeito, o próprio Senhor ao confiar nele e dizer: "Senhor, sou um miserável cachorro de pecador, e poderás me expulsar, mas creio que tu és bondoso
demais para isso. Creio que podes me salvar e eis que me confio às tuas mãos. Quer eu seja perdido ou salvo, confio minha pessoa a ti". Ah, amado, você não permanecerá perdido se assim confiar. Quem confia em Jesus já deu a resposta à pergunta: "Você crê
que eu sou capaz de fazer isso?", e nada mais lhe falta senão seguir pelo caminho, regozijando-se, porque o Senhor lhe abriu os olhos e o salvou.
fonte:Livro:os milagres de Jesus-C.H.Spurgeon

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Adeus ao Medo


Deus não promete que o caminho que o levará a receber o seu milagre vai estar livre de problemas. A estrada se encontra cheia de obstáculos e desvios de todo tipo.
Sem dúvida, você vai enfrentar uma das forças mais destrutivas do inferno. Ela se manifestou contra os discípulos e contra os seguidores de Jesus. E virá contra você.
Qual vai ser o seu maior desafio? O medo, a ferramenta mais útil de Satanás.
No momento em que começa a viver e agir pela fé, e apoiado na Palavra de Deus, você será alvo de um ataque. O medo vai surgir com tanta certeza quanto o sol sairá ao amanhecer. Você pode contar com isso. A pergunta não é se ele virá, mas como você irá tratar com ele.
O diabo não pretende de modo algum deixá-lo só, especialmente se estiver andando pela fé. Ele tentará golpeá-lo com todas as forças da sua energia maligna. Quanto mais você serve ao Senhor, tanto mais Satanás vai atacá-lo.

“É Algo que Você Enxerga”

Ele virá contra você como fez com Abraão.
Deus prometeu a Abraão que iria favorecê-lo para sempre. Ele disse: “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. (Gn 12.2,3).
Abraão, o “pai da fé”, teve que enfrentar a força destrutiva de que estamos falando: o medo. Ele desmoronou por causa do medo e Deus teve que repreendê-lo.
O Senhor disse: “Não temas, Abrão, eu sou teu escudo, o teu grandíssimo galardão” (Gn 15.1). O medo pode frustrar a proteção de Deus. O Senhor estava dizendo: “Se você tiver medo, não serei o seu escudo”.
O que ele temia? Deus prometera a Abraão que ele teria filhos e seria o pai de muitas nações. Ele estava agora temeroso de não ter filhos. “Senhor Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos?... A mim não me concedeste descendência” (vv.2,3).
O medo, da mesma forma que a fé, é algo que você enxerga. Ê uma imagem. Abraão viu a si mesmo sem filhos e ficou amedrontado. Por isso Deus o repreendeu. Abraão estava em sua tenda cheio de ansiedade e temor.
Deus lhe disse para levantar-se e sair. Era noite e o Senhor lhe falou: “Olha agora para os céus e conta as estrelas, se as podes contar. E disse lhe: Assim será a tua semente” (Gn 15.5).
Deus queria que Abraão começasse a contar as estrelas porque a fé é como uma imagem. A seguir
o Senhor mudou a imagem para Abraão, de estrelas passou para filhos. Ele estava dizendo: “Não continue a se ver sozinho, mas sim com uma multidão. Veja os seus descendentes. Veja o seu futuro!”
Quando Abraão não estava contando estrelas, ele contava grãos de areia. Deus lhe disse: “multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e como a areia que está na praia do mar; e a
tua semente possuirá a porta dos seus inimigos” (Gn 22.17).

“Um, Dois, Três”

Deus tirou de Abraão a “imagem de temor” e ordenou que visse uma “imagem de fé”. Ele deve ter contado por muito tempo.
Durante quatorze longos anos, o que você acha que Abraão fez?
Contou as estrelas e a areia. Por quê? Porque o medo continuava a envolvê-lo, obscurecendo a sua visão. Provérbios 29.18 nos adverte que onde não há visão o povo perece. O medo não corre e se
esconde, nem o diabo tira férias.
Você pode imaginar Abraão, quando o medo vinha sobre ele, contando, “Um, dois, três, quatro, cinco”? Ele provavelmente andava com um balde cheio de areia. E à noite contava também
enquanto esquadrinhava os céus.
Sem dúvida, o medo é a ferramenta mais destrutiva de Satanás. A Escritura nos diz que o inferno ficará repleto por causa dele. “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos... a sua parte será
no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte” (Ap 21.8).
Desde que o medo é uma força assim tão poderosa, torna-se fácil compreender porque mais pessoas não são curadas. Uma lista dos temores das pessoas iria encher volumes.
Recentemente, um homem foi curado milagrosamente em um serviço em nossa igreja. Não havia dúvidas quanto ao que o Senhor fizera para ele. Mas fiquei abalado quando me procurou alguns dias mais tarde e disse: “Tenho medo de ficar doente outra vez”.
“Não diga isso”, aconselhei- o . “Apague as palavras ‘Tenho medo’ da sua mente e dos seus lábios”. Disse também, “Deixe de ver a si mesmo como doente e veja-se como são!”

“Continue contando”

Creio que é muito mais difícil contar estrelas e areia durante quatorze anos do que crer em Deus para a cura do seu corpo. As pessoas devem ter chamado Abraão de “louco”. Mas quando seu
primeiro filho nasceu, Deus disse: “Esse é um! Continue contando”.
Abraão deve estar olhando hoje lá do céu e dizendo: “Olhe para essa multidão. Ela continua crescendo. Mais estrelas estão sendo agregadas”.
Deixe de considerar as barreiras que o rodeiam. Comece a crer na Palavra. Comece a ver e a contar as estrelas.
creditos:Livro Senhor eu preciso de um milagre- Benny Hinn

Reclame a Sua Herança


Receber um milagre não é algo que ganhamos mediante boas obras. Nem é um presente para mostrar-nos amor e apreciação. A saúde nos pertence. É a nossa herança (Ex 15.26).
A sua estrada para a saúde e recuperação está perfeitamente marcada. A Bíblia diz que primeiro a Palavra de Deus deve ser “edificada” em nós. Quando isso acontece, estamos prontos para receber o que é nosso de direito. “Agora pois, irmãos, encomendo-vos a Deus e à palavra da sua graça; a Ele que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os que são santificados” (At 20.32)
Numa época de comidas rápidas, fotos instantâneas, e circuitos integrados de computadores, as pessoas querem tudo agora. E esperam que o Senhor responda da mesma forma. Mas o reino de Deus não funciona com uma mentalidade de forno de microondas. A Palavra primeiro edifica e depois dá o que pedimos.
É preciso tempo para edificar e a Palavra de Deus é que une todas as partes. A palavra edificar, como usada, aqui é o termo grego para “construção”. Tudo começa com um fundamento sólido na nossa conversão e cresce, tijolo por tijolo, camada após camada, até que a estrutura se torne uma obra-prima.
Ninguém gosta de esperar. Mas se um fazendeiro preparar uma refeição com as suas sementes, não vai sobrar nada para semear e sustentá-lo nos dias futuros. Ele não come as suas semente. Você alcançará liberdade quando plantar a semente da verdade.
Você talvez diga: “Continuo doente. Ainda me sinto abatido e derrotado”. Quem sabe você pergunte: “Senhor, onde está a minha saúde? Minhas pernas e minha cabeça doem. Tenho dores contínuas em todo o corpo”. Você pode até concluir que a única coisa sobe a qual pode rejubilar-se é o fato de ter nascido de novo.
Fisicamente se encontra numa condição lamentável.
Não entre em pânico. Você está no caminho certo. Ao ser edificado na Palavra de Deus está semeando sementes que irão curá-lo dos pés à cabeça.
Enquanto anda por esse caminho: ouvindo, vendo e amando a Palavra, o processo de edificação continua. Dia após dia, o progresso é constante. Desde que está tão próximo do que ocorre, você talvez não possa medir o seu crescimento. O seu espírito foi transformado. A sua alma está sendo transformada. Em Romanos 12.1,2 a Escritura nos diz: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão
de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação
do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. O seu espírito foi então salvo pelo novo nascimento, a sua alma está sendo salva, e o corpo
será salvo. Do mesmo modo, o seu espírito foi curado na cruz, e a sua alma (emoções, intelecto e vontade) é curada à medida que a Palavra se desenvolve em você. Um dia verá a transformação tendo
lugar no seu corpo.
creditos:Livro Senhor eu preciso de um milagre- Benny Hinn

Uma Colheita de Cura


A lei de Deus acerca da semeadura e ceifa é muito clara.
Você jamais irá celebrar a colheita a não ser que tenha planejado cuidadosamente a semeadura e cuidado da terra. Isto também se aplica à cura.
Se você semear sementes de dúvida e incredulidade, a sua colheita será um fracasso. Essa a razão para mudar a sua mentalidade.
Deus quer que você plante com fé, esperança e amor.
Lemos no Novo Testamento que “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele” (At 10.38).
Vemos novamente neste versículo que não é Deus que traz a doença, mas o diabo.
Em lugar de semear sementes de dúvida, olhe para o Pai e diga: “Deus que estás nos céus, tu prometeste que a cura é minha se eu te obedecer. Senhor, tu sabes que não sou perfeito, mas a
Palavra diz que por meio de Cristo sou justo”.
Como sabe, a lei jamais pôde ser totalmente obedecia sob o Antigo Testamento. Era impossível. Jesus tomou a nossa desobediência e cumpriu a lei. Por essa razão, você e eu podemos obedecer às leis de Deus. Também por isso, podemos orar com segurança, “Pai, a tua Palavra diz que Jesus tomou a minha dor, minha doença, minha tristeza e meu pecado. A tua Palavra diz que sou a justiça de Deus, apesar das minhas falhas, e que a enfermidade não deve ocupar nenhum lugar em meu corpo”.
creditos:Livro Senhor eu preciso de um milagre- Benny Hinn

Há Cura na Adoração


O profeta Jeremias perguntou: “Porventura não há unguento em Gileade?
Ou não há lá médico? Por que, pois não teve lugar a cura da filha do meu povo?” (Jr 8.22).

Este versículo nos ensina uma maravilhosa verdade que guarda o segredo da nossa saúde. Jeremias pergunta: “Acaso não há bálsamo em Gileade?”

A palavra bálsamo em hebraico fala de cura. 
E a palavra Gileade fala de adoração. 

Ele está perguntando:

“Não há cura na adoração?” Claro que sim. Você precisa agir de acordo com conhecimento de que a sua adoração traz consigo a saúde.
Se você confessar a Palavra e nada acontecer, comece a adorar o Senhor Deus dos céus. Adore-o pelas Suas promessas.
Adore e diga: “Jesus, carregaste a minha enfermidade. Não terei de suportá-la. Te dou graças porque a Tua palavra diz: “...Pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53.5). À medida que você começa a adorar o Senhor, verá como a cura vem ao seu ser.
creditos:Livro Senhor eu preciso de um milagre- Benny Hinn

Quatro leis simples para a cura


Deus não quer que você fique doente. 

De fato, em Êxodo 15 Ele faz uma aliança com você e lhe diz que se cumpri-la será curado. Ele construirá um muro de proteção ao seu redor.
Para ser específico, o Senhor estabeleceu quatro leis simples, apenas quatro. Se obedecê-las, viverá com saúde. E quando a doença vem, você ordena que ela saia do seu corpo.
As quatro leis de cura de Deus se encontram em um versículo poderoso da Escritura.
Ele diz: “Se ouvires atento à voz do Senhor, teu Deus, e inclinares os teus ouvidos aos seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara” (Êx 15.26 IBB).
Pela primeira vez na Bíblia, Deus se apresenta aqui como Aquele que cura e nos dá as quatro condições que devemos cumprir para sermos curados.

Condição Número Um:

Ouvir atentamente. Você deve “prestar atenção” à voz do Senhor. Em hebraico, o termo significa “ouvir e declarar”. Você deve ouvir, falar e confessar a palavra. A importância do primeiro passo não pode ser ignorada.

Condição Número Dois:

Fazer: O Senhor exige que você faça o que é reto aos Seus olhos. A palavra fazer em hebraico significa “fazer, converter-se e tomar o controle de”. Desse modo, estimados amigos, o Senhor quer ver ação da sua parte. E a cura começa a acontecer à medida que obedecemos à Palavra de Deus.

Condição Número Três: 

Dar ouvidos. O significado na língua original é “meditar”. Deus exige que você se comprometa a meditar sobre os seus mandamentos.

Condição Número Quatro: 

Guardar. O hebraico diz “guardar, proteger e preservar sua Palavra”. Este é um pré requisito para a cura.

O que Deus promete como resultado de satisfazer essas condições? Ele diz que irá curar você. Se você ouvir a Palavra, confessá-la, se comprometer totalmente a obedecer às leis de Deus, proteger a Palavra, e apropriar-se dela, Deus diz que você viverá em completa saúde.

Você quer ser curado por Deus? 

Deixe que a Palavra sature o seu ser.
Deixe que ela domine o seu coração, sua mente e suas emoções. Ame, confesse e obedeça à Palavra. Se ela se tornar toda a sua vida, irá rodeá-lo inteiramente: à esquerda e à direita, pela frente e por trás. A Palavra de Deus será a sua proteção e nenhuma serpente(diabo) poderá mordê-lo inteiramente: à esquerda e à direita, pela frente e por trás.
 A Palavra de Deus será a sua proteção e nenhuma serpente(demônio) poderá mordê-lo(atacá-lo). Mas se essa cerca for rompida, Satanás e seus demônios atacarão. E a doença é um dos resultados desse ataque.
creditos:Livro Senhor eu preciso de um milagre- Benny Hinn

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Deus tem Todo Poder!


Deus é Todo Poderoso, não tem nada a ver com nossa pequenez, com sermos infiéis.
Ele é e nunca deixou de ser Deus Soberano e Eterno.
Jesus veio na terra e sempre teve todo poder, sempre curou, sempre perdoou, sempre teve todo poder sobre todos inimigos.
Porque diz a Bíblia que todo poder lhe foi dado depois que Ele ressuscitou? Para nosso próprio benefício, para nós usarmos o seu Nome, para nós não sermos mais derrotados!
Veio a terra por amor, morreu por nós para resolver os nossos problemas e não o Dele(Jesus sempre foi Deus), veio resolver os nossos problemas com os inimigos de nossa alma(o diabo e seus anjos). Ele sempre teve todo poder contra o diabo!
Veio emprestar- nos o Seu Nome, nos deu o Seu Espírito Santo para não ficarmos órfãos, nos deixou abastecidos, venceu o inimigo por nós e não por Ele próprio.
Jesus veio julgar o inimigo(o diabo) na terra por nós e não por Ele. Jesus sempre foi, é e será Deus!
Ele recebeu todo poder quer dizer Ele conseguiu todo poder aqui na terra para nós podermos usar o Seu Poderoso Nome.
Tudo o que Jesus fala é para nosso próprio benefício, não por Ele e nem para Ele, porque Ele não precisa, porque Ele sempre foi Deus.
Sempre teve e sempre terá todo poder, sobre o universo, sobre o inimigo.
Deus é o EU SOU!
Quando esteve falando com Jó, explicou lhe que Ele é e sempre será Deus, o Todo Poderoso. Ele sempre existiu, é o SEMPITERNO DEUS(Que não teve princípio, nem jamais terá fim). Por isso Jó entendeu e disse que nenhum dos pensamentos de Deus podem ser impedidos, veio a conhecer Deus.
Jó conhecia Deus só de ouvir falar, agora estava conhecendo verdadeiramente quem era Deus.
Por isso diz a Bíblia, a Palavra de Deus: Operando Deus, quem impedirá? Nada e ninguém pode impedir o agir de Deus!
Muitas vezes, colocamos Deus no mesmo patamar nosso, colocamos- O na mesma categoria nossa e esquecemos que Ele é o Deus Todo Poderoso e que Jesus só veio morrer, por causa de nossos pecados!
Jesus sempre foi e sempre será Deus!
Teve tanta misericórdia de nós que nos deixou o Espírito Santo, para não ficarmos sozinhos neste mundo tenebroso. Jesus tinha que voltar para o céu, Ele é Deus.
O Espírito Santo é Deus, é o poder de Deus, que Jesus nos deu para que fossemos vitoriosos no Seu Nome!
Sozinhos seremos derrotados, só fazemos bobagens, Deus é fiel!
Ele nos deu Seu Espírito, Espírito da Verdade, Espírito de Poder, para andarmos na verdade, na santidade, com poder porque Ele(o Espírito) vai nos ensinar tudo sobre o reino celestial, sobre o Pai(Deus).
O Espírito Santo é tudo que nós temos para sermos vitoriosos nesta terra.
Quando cremos, vencemos; porque Ele, Deus, é Todo Poderoso, nenhum de seus planos pode ser impedidos.
Ele é Deus, ÚNICO DEUS!
Quando acreditamos que Ele existe e fez o sacrifício por nós, aqui na terra de vir e morrer na cruz do calvário, e nos deu o Seu Nome, porque Ele é Deus, ai somos vitoriosos.
Ele ressuscitou, a morte não poderia detê- lo, porque Ele é e sempre será Deus, Deus Santo.
O inimigo é mais uma feitura Dele(de Deus), então não há o que temer.
Ele governa todas as coisas, todo universo, todo ser que se move, Ele é Deus, só Ele é Deus, nada pode impedi- lo.
Se estivermos na Sua vontade que é a Sua justiça, a santidade, estaremos com Ele e podemos pedir qualquer coisa que Ele fará, principalmente quando acreditamos no Seu Nome.
Os demônios creem em Deus e tremem na Sua presença.
Jesus não veio ao mundo morrer para poder ter todo poder.
Jesus tem, sempre teve e sempre terá todo poder!
creditos: Ana Maria Vaiano de Aquino

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Há cura no Nome de Jesus


Temos um tesouro e nem sabíamos.
Você pode perguntar às pessoas: “O Nome de Jesus pertence à Igreja?”
“Sim”
“Para que serve?”
“Oh! só para ser adorado e louvado.”
Realmente adoramos e louvamos o Nome de Jesus, mas esta não é a única finalidade dEle. O Nome nos foi dado para nosso benefício.
Há cura neste Nome. Tem de haver, pois Jesus disse: Em Meu Nome, imporão as mãos sobre os enfermos, e eles ficarão curados”. Tem de haver cura ali, porque Pedro disse ao coxo: “O que tenho, isso te dou: em Nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!”
creditos: Livro O Nome de Jesus

Ter fé como de uma criança


Se você é filho de Deus, logo, é um herdeiro de Deus - um co-herdeiro com Cristo - tem direito ao uso do Nome de Jesus, e, se você tem este Direito, é por causa do seu lugar na família.”
A fé é normal e natural para os filhos de pais amorosos que cuidam das suas necessidades. Não se preocupam a respeito da refeição seguinte. Não param de brincar a fim de entrar em casa, dizendo: “Mãe, sei que se eu pedisse um pedaço de pão você me daria”. Sabem disto automaticamente. E põem este conhecimento em prática. Exercem uma fé inconsciente. Não admira que Jesus dissesse: Se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entraveis no Reino dos céus (Mt 18.3). Precisamos chegar ao ponto de termos uma fé inconsciente em Deus, uma fé inconsciente na Palavra.
creditos: Livro O Nome de Jesus

Você deve orar em Nome de Jesus


JOÃO 16.23,24
E, naquele dia, nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto PEDIRDES A MEU PAI, EM MEU NOME, Ele vô-lo há de dar.
Até agora, nada pedistes EM MEU NOME; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra.


Tenho uma chave que abre a porta do meu carro. Posso dizer que eu abro a porta, mas realmente é a chave que o faz. Tenho uma chave que se encaixa na ignição. Sem a chave, eu não poderia dar partida no carro. A chave é o fator importante para guiar o carro. Não poderia chegar a lugar algum sem ela.
Há uma chave para a oração, e sem esta chave não conseguimos chegar a lugar algum. Esta chave abrirá as portas e as janelas do céu e satisfará todas as nossas necessidades. Esta chave é o Nome de Jesus.
Jesus é nosso Mediador, Intercessor, Advogado e Senhor.
Ele Se coloca entre nós e o Pai. Em nenhum lugar da Bíblia somos ordenados a orar a Jesus. Sempre somos ordenados a orar ao Pai em Nome de Jesus. Portanto para termos certeza de que nossas orações chegarão ao Pai, devemos proceder de acordo com as regras determinadas na Palavra.
Quando Jesus disse: “naquele dia”, estava falando a respeito do dia em que vivemos hoje. Fez esta promessa um pouco antes de ir para o Calvário. A Nova Aliança estava para vir a existir. Uma maneira ótima de pensar no assunto é: “No dia da Nova Aliança, nada Me pedireis. Se pedirdes alguma coisa ao Pai, em Meu Nome Ele vô-lo concederá”.
Enquanto Jesus estava na terra, Seus discípulos não usavam o Seu Nome em oração. Daí, Ele disse: Até agora, nada pedistes em Meu Nome,., Foi depois que Ele ressuscitou dentre os mortos, conquistou as hostes do inferno e assentou-Se à destra do Pai - muito acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio - que a igreja pôde orar no Nome mais excelente que Ele obteve - o Nome acima de todos os nomes!
Pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra. Seu Nome garante uma resposta à nossa oração!
creditos: Livro O Nome de Jesus

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Somos ouvidos na oração quando pedimos em Nome de Jesus

“Pedi ao Pai em Meu Nome, “ disse Jesus. “Eu endossarei(apoiarei, defenderei) aquilo, e o Pai vo-lo dará.”
Kenyon diz:
Isto coloca a oração numa base puramente legal, porque Ele nos deu o direito legal de usar Seu Nome(de Jesus).
À medida que tomamos nossos privilégios e direitos segundo a Nova Aliança e oramos em Nome de Jesus, o assunto passa fora das nossas mãos para as mãos de Jesus; Ele, então, assume a responsabilidade daquela oração, e sabemos que Ele disse: “Pai, graças Te dou porque me ouviste. Aliás, eu sei que sempre me ouves.
Em outras palavras, sabemos que o Pai sempre ouve a Jesus, e quando oramos em Nome de Jesus, é como se o próprio Jesus estivesse orando - Ele toma o nosso lugar.
Isto não somente coloca a oração numa base legal, mas torna-a uma transação prática.
Quando oramos, nós tomamos o lugar de Jesus aqui para cumprir a Sua vontade, e Ele toma nosso lugar diante do Pai.
creditos: Livro O Nome de Jesus

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO E A TIMIDEZ


Outra coisa bem visível na pessoa selada com o Espírito de Deus é a sua desinibição para a obra de Deus. Se a sua maneira de ser era tímida ou covarde, a partir do seu batismo ela fica completamente livre dos seus vícios, medos, complexos e se lança totalmente naquilo que crê. É justamente a partir daí que ela passa a exercitar sua fé viva e em conseqüência disso toma posse das promessas de Deus.
O diabo tem levado muita vantagem com os cristãos tímidos. Ele tem aproveitado o jeito indeciso deles de ser e o seu complexo de inferioridade entre as demais pessoas para sufocar o poder da fé que há dentro delas. Com isso ele consegue neutralizar ação da fé deles contra o seu reino e impedir que eles tomem posse das promessas de Deus. Com o passar do tempo esses cristãos tendem a se decepcionar com a fé por não verem grandes resultados em suas vidas ou então deixá-la esfriar. Mas isso já não acontece com os batizados pelo Senhor Jesus. Muito pelo contrário, estes são agressivos na crença, intrépidos e corajosos nas atitudes de fé e jamais acatam a derrota! Pois eles têm consciência da certeza absoluta de que o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel é o Pai deles.
creditos:Livro Como fazer a obra de Deus

A obra de Deus no átrio


O átrio do Tabernáculo media quarenta e seis metros de comprimento por vinte e três metros de largura; ele era cercado de cortinas de linho com dois metros e meio de altura. Faziam parte dele o altar dos sacrifícios que ficava logo na entrada do Tabernáculo, a Bacia de Bronze ou Lavatório, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. O Santo Lugar era composto: do lado direito a mesa dos pães da proposição e do lado esquerdo frontal o candelabro de ouro. Ao meio e diante do véu estava o altar do incenso. Finalmente, a última parte do Tabernáculo era o Santo dos Santos, onde havia apenas a Arca da Aliança.
É importante salientar que toda a estrutura física do Tabernáculo e mais tarde do Templo erguido por Salomão tipificava a obra redentora do Senhor Jesus Cristo. O Tabernáculo representava o Reino de Deus e aqueles que ali transitavam eram somente os sacerdotes do Altíssimo. Isso significa dizer também que todo o trabalho que o cristão verdadeiro executa, seja no altar seja no átrio, tem que estar dentro dos limites do Tabernáculo, ou seja, dentro dos limites do Reino de Deus, onde o seu comportamento tem que ser diferenciado dos ímpios. Então é obra de Deus! E não é exatamente isso o que o apóstolo Pedro nos ensina quando diz: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus…” (I Pd.2.9)?! O que Pedro está dizendo aqui é que todos os verdadeiros cristãos são sacerdotes reais, ou seja, sacerdotes do Rei dos reis. E como tais, todo o trabalho que eles executam está dentro dos limites do Reino de Deus ou nos limites do Tabernáculo, haja vista que nenhum leigo ou intruso tinha acesso ao Tabernáculo, senão apenas os sacerdotes.
Em outras palavras, o trabalho doméstico, por exemplo, executado por uma pessoa genuinamente cristã também é obra de Deus. Por que? Porque sendo ela cristã, o seu excelente trabalho vai testemunhar da sua fé cristã e os beneficiados com seu trabalho ficarão admirados e glorificarão a Deus por causa dela. Da mesma forma acontece com todo e qualquer trabalhador comum que seja cristão. O seu comportamento exemplar de fazer o melhor para o seu patrão, ainda que ele seja incrédulo, lhe mostrará que os servos de Deus são os melhores operários. Isto suscitará no patrão a curiosidade de saber mais a respeito do seu empregado. E é aí que ele vai ter a oportunidade de conhecer mais a respeito do Senhor Jesus. Em razão disso o Espírito Santo terá a chance de converter a muitos que jamais iriam na igreja. Isso é obra de Deus no átrio.
creditos:Livro Como fazer a obra de Deus

Viver pela fé é viver na dependência de Deus. E viver na dependência de Deus significa viver na comunhão com Ele.


Quando o Senhor diz que o justo viverá pela sua fé significa dizer o mesmo que a pessoa só é justa diante de Deus se ela viver na Sua total dependência. Dependência da Sua compaixão e perdão, dependência de Sua provisão em todas as suas necessidades, da direção para sua vida, enfim, dependência para tudo o que se refere na vida da pessoa. Essa dependência da fé não significa uma expectativa de milagres contínuos na vida. Não! A dependência da fé é uma certeza absoluta de que aquilo que Deus prometeu na Sua Palavra vai se cumprir mais cedo ou mais tarde. Não importa quando, mas, sim, que vai acontecer. A vida pela fé é uma vida de total dependência de Deus. Nessa dependência está o relacionamento entre o Deus-Pai e o filho, entre o Senhor Jesus e o servo, e entre o Espírito Santo e a obediência daqueles que por Ele são guiados. O servo depende da direção, da palavra inspiradora de seu Senhor para servi-lo. Essa é a consciência da vida pela fé.
Muitas pessoas têm confessado ter fé. Mas entre ter fé e viver pela fé há uma grande diferença. Se a pessoa afirma ter fé mas não tem vivido por ela, no julgamento haverá muito mais rigor para com ela do que para com as demais que confessam não ter fé. Pois como o Senhor Jesus disse: “porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.” (Mt.12.37). Se pessoa diz ter fé mas não vive por meio dela, então o que adianta a sua fé? Será que o objetivo da fé é pare enfeite? Claro que não! Viver pela fé é viver na dependência de Deus. E viver na dependência de Deus significa viver na comunhão com Ele.
A causa do fracasso de muitos cristãos se deve justamente nesse aspecto. Eles crêem no Senhor Jesus como Salvador mas não vivem na dependência dEle. Esse tipo de crença não traz benefícios práticos, ou seja, não resolve os problemas do quotidiano. Por quê? Porque o cristão que assim crê vive apenas na expectativa da salvação eterna e nada mais. Enquanto isso não acontece ele se conforma em continuar vivendo de fracasso em fracasso. Para ele a vida abundante prometida pelo Senhor Jesus é um sonho que somente no céu será realidade.
Creio que nós temos apenas duas opções: Ou cremos na existência de Deus ou não cremos. Se não cremos na Sua existência, então esse assunto de fé morre aqui. Mas se cremos na Sua existência, então temos que crer também que Ele é suficientemente poderoso para dar total suporte à nossa fé nEle. Isto é, tudo o que Ele prometeu na Sua Palavra tem que acontecer, custe o que custar! Mas a que preço? O preço é a prática da fé viva. Mas como podemos praticar a fé sem que o elemento sacrifício esteja em destaque? Impossível! Não há prática da fé sem o sacrifício. Por isso o Templo do Deus de Abraão tem o altar. E o novo Templo de Deus, a habitação do Seu Santo Espírito que são os servos, tem que ser um sacrifício contínuo.
creditos:Livro Como fazer a obra de Deus

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Sete Nomes Redentores de Deus

Dr. Scofield diz, na Scofield Bible, na nota ao pé das páginas 6 e 7, que o nome "Jeová é claramente o nome redentor da DIVINDADE," e quer dizer "Aquele que existe por Si e se revela a Si mesmo."
Ele diz: "Estes sete nomes redentores indicam a revelação contínua e crescente de Si mesmo."
Então acrescenta: "Na Sua relação redentora para com os homens, Jeová tem sete nomes compostos que O revelam, preenchendo todas as necessidades dos homens desde seu estado perdido até o fim."
Esses nomes revelam a relação redentora de Deus para conosco. Eles apontam o Calvário, onde fomos redimidos; e a bênção que cada nome revela deve ser suprida pela expiação.
Isso as Escrituras ensinam claramente.

São os seguintes os sete nomes redentores:

Jeová-Sama: "O Senhor está lá," isto é, Ele está presente (Ez. 48.35), revelando-nos o privilégio redentor de gozar a presença dAquele que diz: "Eis que estou convosco todos os dias." Esta bênção é suprida pela expiação, pelo fato que "pelo sangue de Cristo, chegastes perto."

Jeová-Salum: "O Senhor nossa Paz" (Juizes 6.23-24), revela-nos o privilégio redentor de termos a Sua paz. Assim Jesus diz: "A Minha paz vos dou." Esta bênção está na expiação, porque "o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele" quando Ele "fez a paz pelo sangue da Sua cruz."

Jeová-Ra-ah: "O Senhor é o meu Pastor," Sal. 23.1. Jesus tornou-se nosso Pastor, dando "Sua vida pelas ovelhas," portanto este privilégio é um privilégio redentor, suprido pela expiação.

Jeová-Jireh: "0 Senhor provera" uma oferta (Gen. 22.14), e Cristo era a Oferta provida por nossa redenção completa.

Jeová-Nissi: "0 Senhor é nossa Bandeira," ou "Vencedor," ou "Capitão," Êxodo. 17.15. Foi quando Cristo, pela cruz, triunfou sobre os principados e poderes que nos proveu, pela expiação, o privilégio redentor de dizermos: "Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo."

Jeová-Tsidkenu: "O Senhor Justiça nossa," Jer. 23.6. Jesus tornou-Se nossa justiça, levando nossos pecados na cruz; portanto nosso privilégio redentor de recebermos "o dom da justiça" é uma bênção da expiação.

Jeová-Rafa: "Eu sou o Senhor teu Médico," ou "Eu sou o Senhor que te sara," Êx. 15.26. Este nome é dado para revelar nosso privilégio redentor de ser curado. Esse privilégio é suprido pela expiação, pois Isaias, no capítulo da redenção, declara: "Verdadeiramente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre Si."
Reservei este nome, Jeová-Rafa, para o último. A primeira aliança que Deus fez, depois da passagem do mar Vermelho, que era distintamente típica de nossa redenção, era a aliança da cura, e foi nessa ocasião que se revelou a Si mesmo como nosso Médico, pelo primeiro nome redentor da aliança, Jeová-Rafa,
"Eu sou o Senhor que te sara." Isso não é somente uma promessa, é um "estatuto e uma ordenança." E assim como nessa ordenança antiga, temos, no mandamento de Tiago 5.14, uma ordenança de cura no nome de Cristo, tão sagrada e obrigatória a toda a igreja hoje, como a ordenança da Ceia do Senhor e do batismo dos crentes. Desde que Jeová-Rafa é um dos nomes redentores de Deus, selando a aliança da cura, Cristo, na Sua exaltação, não podia mais abandonar Seu privilégio de CURAR do que Seus outros privilégios revelados nos Seus outros seis nomes redentores. Qual é a bênção, revelada nos Seus nomes redentores, que foi retirada desta "melhor" dispensação?
Isaías inicia o capítulo da REDENÇÃO com a pergunta: "Quem deu crédito a nossa pregação? e a quem se manifestou o braço do Senhor?" E a pregação continua, que Ele levou nossos pecados e nossas enfermidades. A resposta à pergunta é: Somente os que ouviram a pregação podiam crer, porque "a fé vem pelo ouvir." Desde que Jesus morreu para libertar os homens, vale a pena, certamente, declará-lo. Nos versículos 4 e 5 do capítulo da REDENÇÃO, vê-se Jesus sofrendo por
"NOSSAS enfermidades," "NOSSAS dores," "NOSSAS transgressões,"
"NOSSAS iniqüidades," "NOSSA paz," e "NOSSA cura," pois "pelas Suas
pisaduras fomos sarados."
Teríamos de fazer citações erradas para nos excluir a NÔS mesmos de
qualquer uma dessas bênçãos.
Então, ao ler a interpretação que Mateus dá de Isaías 53 e ouvi-lo dizer que Jesus "curou TODOS os que estavam enfermos" para cumprir a profecia de Isaías: "Ele tomou sobre Si as NOSSAS enfermidades, e levou as NOSSAS doenças" (Mat. 8.17), teríamos de fazer citação errada da Escritura outra vez para NOS excluir da bênção redentora da CURA para nossos corpos.
Se Cristo, como algumas pessoas pensam, não quer curar tão universalmente durante Sua exaltação, como durante Sua humilhação, então Ele teria de ser infiel à Sua promessa em João 14.12,13, e não seria "Jesus Cristo, o mesmo ontem, e hoje, e eternamente," Heb. 13.8.
Desde que a promessa da cura, feita a "ALGUÉM" doente (Tiago 5.14), é igualmente tão universal em esfera de ação, quanto "TODO AQUELE" em pecado (João 3.16), e desde que Jesus Cristo, na Sua morte sacrificial, levou nossas enfermidades (Mat. 8.17), justamente da mesma maneira que levou nossos pecados (I Pedro 2.24), então o fato fica decidido pelas Escrituras que os
enfermos têm o mesmo direito à cuira do corpo como os pecadores têm à cura da
alma.
Se o corpo não fosse incluído na redenção, como poderia haver ressurreição? como pode o corruptível se revestir da incorruptibilidade" ou o "mortal se revestir da imortalidade?" Se não fôssemos redimidos da enfermidade, não seríamos sujeitos a doença no céu, se fosse possível ressurgir sem a redenção? Se o destino futuro dos homens há de ser físico e espiritual, podemos
esperar também uma redenção do corpo e do espírito.
Como disse o Dr. R. A. Torrey, no seu livro sobre a "Cura Divina":
"Justamente como adquirimos as primícias de nossa salvação espiritual na vida atual, assim adquirimos as primícias da nossa salvação física na vida atual... O Evangelho de Cristo tem salvação tanto para o corpo como para a alma ... A morte expiatória de Jesus Cristo adquiriu para nós não somente a cura do físico, mas também a ressurreição, aperfeiçoamento e a glorificação de nossos corpos."
creditos: Curai enfermos e expulsai demônios-T.L.Osborn 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A esperança nunca é fé


A esperança é expectação. A fé transforma a esperança em realidade.
Muita gente confunde ESPERANÇA com FE. Mas a esperança é sempre futura, ao passo que a fé é sempre agora. A esperança é vigorosa; está sempre cheia de entusiasmo, mas nunca possui coisa alguma.
O próprio fato de ESPERARMOS uma coisa é prova que a não temos. Mas a fé é possuidora. Como é grande a diferença!
Tanto a esperança como a fé são bíblicas, apesar de não serem a mesma coisa.
Há tempo de esperar, e há tempo de pôr a fé em atividade. Esperamos as bênçãos que Deus preparou para nosso futuro (o céu, uma coroa de justiça, uma mansão, felicidade eterna etc), mas devemos concretizar nossa fé pelas bênçãos que Deus supriu para nós AGORA.
A cura, como o perdão, é uma provisão por todos, e é oferecida gratuitamente a todos agora, e pela qual nunca devemos ESPERAR,
mas reclamar pela FÊ, agora.
Há promessas na Bíblia, e há, também, declarações de fatos nela. Uma promessa é para o futuro, mas uma declaração de um fato é para o PRESENTE.
A vida de Cristo é uma esperança. As mansões que iremos ver são uma esperança. São para o futuro. O céu é uma esperança. A coroa da justiça, que o Senhor reserva para todos nós, é uma esperança. É futura. "A esperança não traz confusão," dizem as Escrituras.
A esperança pertence às coisas futuras. Não esperamos o que já temos, Rom. 8.24.
A fé reconhece as coisas que as Escrituras declaram serem nossas, e as reclama, apesar dos sintomas mentirosos. Por exemplo: "Pelas Suas pisaduras fomos sarados." Isso não é uma promessa. Isso é
uma declaração de um fato. Isso não ESPERAMOS. A fé reclama isso agora, e se crermos nisso, POMOS ESSA DECLARAÇÃO DE FATO EM ATIVIDADE.
Levantamo-nos da cama. Lançamos ao lado todos os auxílios. Concretizamos toda a nossa libertação, como agiríamos se um advogado nos informasse que cem mil cruzeiros nos foram deixados como herança, em banco. Não esperaríamos que suas palavras fossem verdadeiras ou que receberíamos cem mil cruzeiros em
algum tempo futuro, mas adquiriríamos logo o dinheiro. Nunca digamos: "Espero ser curado algum dia." Já FOMOS CURADOS. Creimos nisso e comportemo-nos segundo a nossa fé, a saúde será nossa.
creditos: Curai enfermos e expulsai demônios-T.L.Osborn 

Porque ficamos doentes quando não discernimos o corpo do Senhor na Ceia(1 Co 11:29 e 30)?


Enfermos e Porque Nunca Devem Ficar Enfermos

És tu um dos milhões de pessoas enfermas e fracas no físico durante muito
tempo?
Se és, estás procurando, sinceramente, libertação dessa enfermidade?
Queres ficar bem de saúde? Queres uma razão para ser curado?
A atitude mental, que tens ao ler esta mensagem, determinará o benefício
que receberás dela.

A atitude de Deus para com a enfermidade

Primeiramente quero dizer-te o seguinte: Deus não estima a enfermidade
nem precisa que tu sofras para a Sua glória. A enfermidade não glorifica a Deus
mais que o pecado, ou qualquer outra coisa má, 0 glorifica. É a LIBERTAÇÃO
que glorifica a Deus.
Paulo disse aos Coríntios que havia "muitos fracos e doentes" entre eles,
porque não discerniam o CORPO do Senhor, 1 Cor. 11.29,39. Nisso se encontra
a resposta às perguntas acerca de tantas enfermidades na Igreja hoje em dia. Não
é que Deus esteja purificando ou glorificando Sua Igreja por meio da assim
chamada "fornalha de aflição." Não é que Deus esteja provando a fé de Seus
filhos. A enfermidade é devida à falta de instrução acerca do CORPO de Cristo,
como instruímos acerca do sangue de Cristo.
Muitas vezes, dirigindo os cultos nas igrejas, temos pedido à assistência
levantar a mão para determinar as pessoas enfermas, em quase todos os casos,
mais de setenta e cinco por cento levanta a mão significando que sofre uma
forma de enfermidade, doença ou fraqueza. ISSO NÃO DEVE SER. Qual é a
razão? Por que há setenta e cinco por cento dos membros de nossas igrejas
enfermos sofrendo de alguma doença que Jesus Cristo, nosso Substituto, já levou
por nós (Mat. 8.17)?
Declaro que a resposta é simples quando temos a atitude correta. Temos
de discernir corretamente o CORPO do Senhor.

Contraste entre certa igreja do Velho Testamento e certa igreja do
Novo Testamento

Como contraste entre essa igreja que acabamos de mencionar, a de
Corinto, onde, apesar de ser pequena em número, muitos eram fracos e doentes,
quero mencionar uma igreja muito maior, com cerca de três milhões de membros,
que existia sob condições muito piores, contudo nessa igreja "não houve um só
enfermo," Salmo 105.37. Era o povo de Israel em rumo à Canaã.
Eis duas igrejas: Uma do Velho Testamento, a outra do Novo Testamento.
Uma era controlada pela lei; a outra abençoada pela graça. Uma foi estabelecida
pelo sangue de animais; a outra, pelo sangue do Filho de Deus. Contudo essa
igreja, governada pela lei, com sangue de animais, com três milhões de membros,
não tinha um só membro enfermo ou fraco. Ao contrário, esta outra igreja, do
Novo Testamento, sob a graça e o sangue de Jesus, com somente poucos membros,
tinha MUITOS membros fracos e enfermos. Havia, certamente, algo errado
aí. E há algo errado ainda onde existe esta condição.
A saúde providenciada na libertação de Israel
Vamos visitar o Egito, onde, durante quatrocentos anos os filhos de Israel
habitaram. Governantes maus fizeram escravos dos filhos de Deus. Passaram
muitos longos anos enquanto os filhos de Israel lidavam como escravos de uma
nação pagã. Na escravidão passavam longas horas clamando ao Senhor por
libertação.
Mas está escrito que certo dia "ouviu Deus o seu gemido, e se lembrou
Deus do Seu concerto com Abraão, com Isaque e com Jacó; e atentou Deus para
os filhos de Israel, e conheceu-os Deus," Êxodo 2.24,25. E Deus escolheu certo
homem, chamado Moisés, a quem disse: "Tenho visto atentamente a aflição do
Meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus
exatores, porque conheci as suas dores. Portanto desci para o livrar da mão dos
egípcios. Vem agora, pois, e Eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo (os
filhos de Israel) do Egito," Êxodo 3.7,8,10. Deus ainda ouve as orações do Seu
povo na escravidão, e fala as mesmas palavras aos que necessitam de libertação.
A esta chamada para libertar o povo de Deus, Moisés atendeu. Depois de
ele mostrar muitos sinais e maravilhas no Egito, veio o tempo para dar o último
passo. E Deus lhe disse: "Falai a toda a congregação de Israel, dizendo:. . . Tome
cada um para si um cordeiro . . . e o sacrificará . . . tomarão do sangue, e pô-lo-ão
em ambas as umbreiras, e na verga da porta . . . COMERÃO A CARNE (do
cordeiro): é a páscoa do Senhor," Êxodo 12.3, 6-8, 11.
Quero que noteis bem que havia duas coisas que deviam fazer: Aplicar o
sangue do cordeiro e comer a carne do cordeiro. Muitas pessoas se esquecem
deste ato de COMER O CORPO DO CORDEIRO, que é tão significativo como o
beber Seu sangue.


Notais os dois passos:

Primeiro: O anjo da morte, que ia passar por sobre o Egito, matando o
primogênito de cada família, era tipo da morte eterna da alma do homem,
causada pela natureza perversa e pecaminosa, pela qual o sangue de Jesus Cristo,
nosso Cordeiro, fez expiação, mesmo como o sangue do cordeiro pascoal fez
expiação por Israel. Tudo isto tratava do problema do pecado, tratava da
necessidade da alma — não do problema da enfermidade, não da necessidade do
corpo.
Segundo: O comer da carne do cordeiro olhava para as necessidades do
físico do homem. Convém-nos sempre lembrar que o comer do corpo do
cordeiro não tinha coisa alguma com a passagem do anjo da morte, porque o
sangue nas umbreiras das portas foi o sinal dado ao anjo da morte, mesmo como
o sangue de Cristo, nosso Cordeiro, é a única expiação por nossos pecados,
redimindo-nos e libertando-nos da penalidade do pecado, que é a morte.
Israel iniciava uma jornada, que era tipo de nossa jornada de crente pela
vida, em rumo a Canaã celestial. Deus planejou que Seu povo fosse de boa saúde
e forte para esta jornada, e isso é ainda Seu plano.
Que aconteceu quando Israel comeu o cordeiro? Nada de importante que
os homens percebessem. Mas o comer da carne do cordeiro era tão significativo
como a aplicação do sangue nas umbreiras das portas.
Que aconteceu quando Israel comeu o cordeiro para a frente, para o
sacrifício de Jesus Cristo no Calvário, o mesmo sacrifício que nos ficou para trás,
quando, com fé, participamos dos DOIS EMBLEMAS, o pão e o vinho, em
comemoração da morte de nosso Cordeiro.
Deus tem colocado no corpo humano uma pequena "fábrica de
beneficiar," que os homens chamam estômago. A comida que comemos é
digerida lá, e enviada para o sangue. Torna-se carne de nossa carne, osso de
nosso osso, pele de nossa pele, corpo de nosso corpo. Torna-se uma parte de nós.
.A carne, o CORPO do cordeiro imolado no Egito, quando comida, tornava-se
uma parte dos israelitas. Tornou-se carne de sua carne, osso de seu osso, pele de
sua pele, corpo de seu corpo, e era um tipo do CORPO de Jesus Cristo, o Filho de
Deus, que seria morto mais tarde pelo mundo inteiro (compare João 6.43), cuja
vida, Paulo disse mais tarde, seria "manifesta em nossa carne mortal," II Cor.
4.11. Paulo declara, também, que nós nos tínhamos tornado, pela fé, membros do
Seu corpo, da Sua carne, e dos Seus ossos," Ef. 5.30 (Vers. Fig.). Participamos
deste mesmo CORPO de Cristo, em tipo, todas as vezes que participamos do pão,
na Ceia do Senhor (vede I Cor. 10.16). A FÉ reconhece este fato e reclama os
benefícios prometidos do CORPO açoitado por nós, o mesmo corpo que levou as
cruéis pisaduras, pelas quais fomos SARADOS.
Os israelitas comeram o CORPO do cordeiro e iniciaram sua jornada no
dia seguinte. Ao andarem, desapareceram todas as suas enfermidades. E eis!
entre as suas tribos não houve um só enfermo; não houve um só fraco; mas todos
eles eram fortes, de boa saúde e sadios. Tinham comido o corpo do cordeiro que
se tinha tornado parte de seu próprio corpo. Maravilhoso! Glorioso! Quase
incrível! Eis cerca de três milhões de pessoas, e nem uma só pessoa fraca entre
elas!
Quando os israelitas obedeceram às ordens de Moisés, aceitando sua
mensagem acerca do cordeiro, Deus fez um pacto, ou CONTRATO, com eles,
dizendo: "Eu sou o Senhor que te sara," Êxodo 15.26. Deus declarou mais que
não permitiria doença alguma entrar neles enquanto Lhe obedecessem ... ISSO
AINDA É A SUA PROMESSA. Prometeu mais: "O número dos teus dias
cumprirei," Êxodo 23.26. ISSO AINDA É A SUA PROMESSA, apesar do fato
que muitos na igreja em Corinto morreram antes de seu tempo, e que muitos
atualmente estão morrendo antes de seu tempo. TODAS as promessas de Deus
aguardam a nossa reclamação pela fé, antes de se tornarem nossas.
Lembrai-vos que Israel não somente aplicou o sangue às umbreiras das
portas, que é um tipo de nossa salvação, mas também comeu o corpo, que era um
tipo da cura da enfermidade. Por que digo isso? Notai mais e vereis porque
afirmo isso.
O PECADO e a ENFERMIDADE são dois males geminados, designados
para estragar, matar e destruir o homem, que é a criação de Deus.
A SALVAÇÃO do pecado e a CURA da enfermidade são mercês
geminadas supridas para combater esses males espirituais e físicos nos homens.
Quando Jesus Cristo se tornou o Substituto dos homens, levando o pecado
dos homens e carregando a sua enfermidade, Ele o fez para que os homens
fossem libertos de seus pecados e de suas enfermidades e do poder deles. Ele
assim fez expiação pelos pecados dos homens, levando-os por eles (I Pedro
2.24), e fez provisão pelas enfermidades dos homens, levando-os por eles, Mat.
8.17. O homem que crê nestas verdades e aceita o sacrifício do Calvário como
seu próprio substituto, fica liberto dos seus pecados e de suas enfermidades,
independente de "sentir" ou não "sentir" mudança imediata. Crendo e
comportando-se como quem crê, sempre alcança os resultados prometidos.

A libertação do pecado e da enfermidade

Deus não era apenas um libertador do anjo da morte, mas também, Quem
curou suas doenças, e Ele disse: "Eu, o Senhor, não mudo" Malaquias 3.6.
Todos os israelitas que aplicaram o sangue nas umbreiras das portas
ficavam protegidos do golpe do anjo da morte. E todos os israelitas que comeram
do corpo do cordeiro ficaram libertos de enfermidade e se tornaram sãos, fortes e
sadios. Isso tem sido o plano de Deus para Seus filhos obedientes através de
todas as Escrituras.
Davi disse, louvando a Deus: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te
esqueças de NENHUM de Seus benefícios. É Ele que perdoa TODAS AS TUAS
iniquidades (eis o problema do pecado); e SARA TODAS AS tuas enfermidades
(eis o problema da enfermidade)" (Salmo 103.2,3); assim mostrando que a
provisão foi feita pela libertação dos dois — o pecado e a enfermidade.
Isaías disse acerca desse grande Cristo que vinha: "Ele foi ferido pelas
nossas transgressões, e mo ido pelas nossas iniqüidades (eis o problema do
pecado); o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras
fomos sarados (eis o problema da enfermidade)" (Isaías 53.5); mostrando novamente
que a provisão tem sido feita pela libertação de ambos, o pecado e a
enfermidade.
Então quando Jesus veio e começou a pregar o Evangelho do reino, Ele
demonstrava que era Quem sarava as enfermidades tanto como Quem perdoava
os pecados. Foi o mesmo Cristo que disse: "Levanta-te, e toma o teu leito, e vai
para tua casa (eis o problema da enfermidade);" que também disse: "Filho,
perdoados estão os teus pecados (eis o problema do pecado)," Marcos 2.5,11.
Jesus assim providenciou perdão pelos pecados e cura pela enfermidade do
homem paralítico.

Jesus quem cura e salva

Jesus ocupava-se, durante três anos da Sua vida, curando enfermos e
perdoando os pecadores. Então, veio o tempo crucial em que se ia tornar o
Substituto dos homens. Ia tornar-se pecador com nossos pecados (II Cor. 5.21) e
ia tornar-se enfermo com nossas enfermidades, Isa. 53.10. Tinha de retirar tanto a
enfermidade como o pecado, mas antes de os retirar com justiça, tinha de pagar a
penalidade de ambos. Jesus Cristo, o único sem pecado, e o único sem
enfermidades, era o único que o podia fazer; mas Ele o fez pelo Seu grande
AMOR, e Ele o fez por nós, Isa ias 53.
Mas antes de Jesus ir à cruz do Calvário, Ele se esforçava para mostrar aos
Seus discípulos o que deviam esperar e os resultados dos sofrimentos que ia
suportar. Assim Paulo relata tudo: "Que o Senhor Jesus, na noite em que foi
traído, tomou o PÃO, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei, isto é
o Meu CORPO que é partido por vós; fazei isto em memória de Mim.
Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é
o Novo Testamento no Meu sangue, fazei isto, todas as vezes que beberdes, em
memória de mim," I Cor.. 11.23-25.
Duvida-se que os discípulos assentados à mesa, e que O ouviram proferir
estas palavras compreenderam a maior parte do que Ele disse. Não esperavam o
que ia acontecer — mas aconteceu. Foi, apesar de ser cruel, atroz, perverso,
brutal, pela vossa e minha libertação.
Pelas mãos de homens cruéis, Jesus, nosso CORDEIRO, foi açoitado.
Cuspiram-nO. Feriram-nO. Torturaram-nO. No Seu corpo foram abertos sulcos
longos e profundos, pelo cruel chicote romano, que literalmente arrancou
pedaços da carne das Suas costas. ESSAS ERAM AS FERIDAS pelas quais,
Isaías e Pedro dizem, FOMOS SARADOS. E foram aplicadas no Seu CORPO.
Seu corpo foi brutalmente açoitado por nós. Isso não foi a expiação por nossos
pecados. Foi assim que levou nossas enfermidades e assim providenciou a cura
de nosso corpo. E quero repetir: Essas pisaduras pelas quais fomos sarados
foram aplicadas no Seu CORPO. Mateus diz: "Ele tomou sobre si as NOSSAS
enfermidades, e levou as NOSSAS doenças," Mat. 8.17.
Depois de eles O despirem e Lhe ferirem o CORPO, pelas quais feridas
fomos sarados, então cravaram-nO na cruz e traspassaram-Lhe o lado. Seu
sangue correu até o chão, mas isso foi "derramado por muitos, para remissão dos
pecados" (Mat. 26.28), não para cura da enfermidade.
Jesus, nosso Cordeiro, sofreu de duas maneiras: Derramou Seu sangue na
cruz por nossa salvação do pecado, e levou as feridas no Seu CORPO por nossa
cura de enfermidade. Na agonia intensa de espírito (e do físico) no Calvário, que
Jesus sofreu principalmente no Seu espírito, pois durante este tempo até Seu Pai
se retirou dEle, Jesus levou nossos pecados, sendo feito pecado por nós, II Cor.
5.21. Mas na agonia excruciante do físico, no Pretório, onde Jesus sofreu no Seu
CORPO do azorrague terrível dos romanos, Ele levou as nossas enfermidades;
porque foi lá que, pelas Suas feridas que Ele foi feito doente por nós (Isaías
53.10), e pelas Suas feridas fomos sarados.
Depois de Jesus completar isso e regressar a destra de Deus, e assentar-se,
todas as coisas sendo "consumadas," tendo libertado completamente a
humanidade, tanto espiritual como fisicamente, da escravidão satânica, o Espírito
Santo revelou a Paulo o significado de Tudo. Encontra-se isso interpretado nos
escritos de Paulo.
Paulo fala-nos, em I Coríntios 11, acerca da Ceia do Senhor, que todas as
igrejas observam. Fala sobre os DOIS EMBLEMAS que honramos em
lembrança dos sofrimentos de Jesus Cristo, nosso Cordeiro: o pão e o vinho;
tipos do CORPO açoitado e dilacerado por nossa cura física, e o sangue
derramado por nossa cura espiritual. Então Paulo acrescenta: "Todas as vezes que
comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que
venha," I Cor. 11.26.
Em I Coríntios 10.16, Paulo interpreta esses DOIS EMBLEMAS: "O
cálice de benção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O
PÂO que partimos não é porventura a comunhão do CORPO de Cristo?"
O SANGUE de Jesus foi derramado quando Ele levou nossos pecados,
para não ficarmos nós obrigados a levá-los, mas salvos deles, e libertos do poder
do pecado em nossas vidas. O CORPO de Jesus foi ferido quando levou nossas
enfermidades, para não ficarmos nós obrigados a levá-las, mas curados delas, e
libertos do poder da enfermidade em nossas vidas.
Quando os crentes são ensinados a reconhecer a sua libertação de todas as
doenças e do poder de todas as enfermidades nas suas vidas, pelo CORPO ferido
de Cristo, como foram ensinados a reconhecer sua libertação de todos os pecados
e de todo o poder do pecado nas suas vidas, pelo SANGUE derramado de Cristo,
então ficarão tão livres de enfermidades como são do pecado. A enfermidade não
terá mais poder sobre eles do que o pecado. Verão que a enfermidade não é mais
para a glória de Deus, da mesma forma como o pecado não pode glorificar a
Deus. Perceberão que não há mais enfermidade para suas vidas do que há pecado
para suas vidas. Verão que o pecado e a enfermidade são ambos aniquilados,
ambos foram levados pelo nosso Substituto maravilhoso — Jesus, o Cordeiro de
Deus, traspassado e açoitado por nós.

Participando da Comunhão

Quando nos oferecem os emblemas da Ceia do Senhor, em comemoração
de Sua morte, tomamos o cálice de vinho e bebemos reverentemente. Depois de
beber, geralmente exprimimos ao nosso Pai nossa gratidão por tão maravilhoso
Cristo, e pelo maravilhoso poder no sangue de Cristo em nos lavar de todo nosso
pecado. Regozijamo-nos porque o poder do pecado sobre nossas vidas foi
anulado; porque o pecado não tem mais domínio sobre nós. Mas como sabemos
estas coisas? Eram extremistas quando nos disseram que o sangue de Jesus
Cristo, o Filho de Deus, nos purifica de todo o pecado? Respondemos: "Não!"
Isso é verdade. A verdade sempre liberta. Estamos livres do PECADO.
Uma vez para sempre, fomos salvos de uma vida de pecado, e cremos que o
pecado não mais terá domínio sobre nós, porque somos SALVOS.
Mas quando o PÃO nos é oferecido na Ceia, tomamo-lo ternamente e
COMEMOS O PÃO (um símbolo do corpo) de nosso Cordeiro, mesmo como os
israelitas participavam do corpo do cordeiro imolado no Egito. Então damos
graças pelo sacrifício maravilhoso de Jesus. Damos graças pelo CORPO de
Cristo que foi açoitado — e é somente até aí que nos ensinaram. Fomos
ensinados que esse CORPO foi mesmo traspassado por nós, mas não fomos
ensinados acerca dos benefícios que podemos receber porque esse CORPO foi
também AÇOITADO por nós.
"Sara todas as tuas enfermidades" (Salmo 103.3), tem sido, geralmente,
ignorado na Ceia do Senhor. E porque a Igreja não tem geralmente discernido, à
maneira em que devia, o CORPO do Senhor, muitos de seus membros estão
fracos e doentes hoje em dia.

O cálice e o pão

Na Comunhão, o cálice de vinho é um tipo do sangue de Cristo,
derramado por muitos para remissão dos pecados. Ao beber do cálice, regozijo-me
pelo fato de que a minha natureza pecaminosa foi transformada; que fui recriado
e feito de novo; que estou SALVO. Nesta atitude tenho discernido o
sangue do Senhor. Isso fizeram os coríntios e as multidões atuais o fazem.
Na mesma Comunhão, um pedacinho do pão partido tipifica o corpo de
Cristo, açoitado com pisaduras cruéis, pelas quais foram lavadas e curadas as
minhas enfermidades. Ao comer do pão regozijo-me no fato de que meu corpo
enfermo e fraco foi transformado; que se tem tornado osso de Seu osso, carne de
Sua carne, e corpo de Seu corpo (Ef. 5.30), e que "a vida de Jesus se
manifesta em minha carne mortal" (II Cor. 2.11); que a enfermidade não mais
tem autoridade sobre mim; que ESTOU CURADO. Com essa atitude, tenho realmente
discernido o CORPO do Senhor. Há multidões que NÃO TÊM feito isso,
hoje em dia.
Tenho-me perguntado a mim mesmo, muitas vezes, porque os pastores,
que não pregam a cura divina para o corpo, distribuem o PÃO à sua assistência, o
pão que representa o CORPO de Cristo, o corpo a que foram aplicados as
PISADURAS, pelas quais somos todos (todos que crêem) curados, Isa. 53.5; I
Ped. 2.24. É consistente que continuem a oferecer o "cálice" (que tipifica o
sangue derramado pela remissão de pecados) ao seu povo, porque discernem bem
e são abençoados pelo SANGUE de Cristo. Mas parece inútil, mesmo esforço
perdido, distribuírem o "pão," que tipifica o CORPO do Senhor açoitado por
nossa cura física, e ensinar que a cura divina para o corpo não é mais para a
Igreja atual. Se não é mais para a Igreja, para serem consistentes, têm de desistir
em oferecer à assistência, o EMBLEMA do sacrifício de Jesus, nosso Cordeiro,
que supre esta cura para a Igreja. Muitos de seus membros estão doentes ou
enfermos porque, apesar de participarem do corpo do Senhor, não compreendem
bem (não discernem) o CORPO, como convém.
Quando Jesus disse: "Este pão que é partido por vós representa Meu
corpo," Ele esperava que compreendêssemos que foi Seu corpo a que foram
aplicados as pisaduras cruéis pelas quais somos sarados. O discernir Seu corpo
corretamente, trará libertação de nossas doenças, como o discernir Seu sangue
derramado retirará de nós os nossos pecados. Alguns participam da Ceia do
Senhor indignamente e são incapacitados para discernir ou reclamar com fé o
corpo do Senhor para a cura, mesmo depois de ter esta instrução. Se o homem,
que necessita da cura, primeiramente "se examina a si mesmo" e se harmoniza
com Deus, para que possa "comer o pão e beber o cálice dignamente," como
Paulo instruiu, então pode discernir o corpo do Senhor com fé para receber a
cura.
Para mim os resultados da cura no CORPO dilacerado de nosso Cordeiro
são ensinados tão claramente, através das Escrituras, como as bênçãos da
salvação pelo SANGUE derramado do Cordeiro.
Se discernirdes o CORPO açoitado e dilacerado com pisaduras, que
levaram vossas enfermidades e vos curaram, a saúde será vossa; será vossa tão
certamente, como vossa é a salvação, quando discernir o SANGUE derramado
por vós, em cujo sacrifício foram levados os vossos pecados.
A enfermidade perderá o poder sobre vossos corpos justamente como o
pecado perdeu o poder sobre vossa alma. Cristo, vosso Substituto, levou ambos
POR VÓS, assim não tendes de os levar. Ao crerdes nesta porção da Palavra e
desempenhardes esta fé, sereis libertos — sim libertos da enfermidade tanto
como do pecado.
O pecado e a enfermidade são levados apenas uma vez. E, desde que está
escrito que Jesus já os levou, não precisais de os levar. Se os levardes, então foi
inteiramente debalde que Jesus os levou, porque não fostes beneficiados. Mas
declaro, desde que Jesus os levou, vós e eu jamais precisamos de os levar —
assim "pelas Suas pisaduras fomos sarados" e pelo Seu sangue temos "a remissão
de nossos pecados."
Não temos mais fé no direito de a enfermidade dominar ou habitar em
nosso ser físico, do que no direito de o pecado dominar ou habitar em nosso ser
espiritual.
Reclamai PELA FÉ essas duas provisões maravilhosas. Aceitai-as como
vossas. Aceitai a Jesus como QUEM vos CURA, tanto como Quem vos
SALVA, e estareis tão livres de enfermidades como estais do pecado.
Ninguém jamais clamou em vão a Cristo por socorro no sofrimento, mas
enquanto multidão após multidão O apertava querendo a cura, o que é relatado é
sempre o mesmo: "Curou todos," Mat. 4.24; 8.16; 12.15,35; 14.14; Lucas 4.40;
6.19; etc. "E, pondo as mãos sobre cada um deles, os curava," Lucas 4.40. Cristo
veio fazer a vontade de Seu Pai, portanto, pregava o Evangelho e "curou todos os
que estavam enfermos." "Andou . .. curando a todos os oprimidos do diabo."
Atos 10.38. Sua razão para curar TODOS se encontra na expiação. Ele tomou
sobre Si (substitutivamente) as NOSSAS enfermidades, e levou as NOSSAS
doenças, Mat. 8.17. Se foram as "nossas" doenças que o Senhor levou, a Ele
cumpria curar todos. O que Jesus fez ao curar a mulher com hemorragia, foi por
essa mulher só. Mas o que fez na Sua morte foi por todo mundo. Desde que a
expiação foi a razão pela qual Cristo curava TODOS, Ele quer continuar a curar
TODOS que cumprirem as condições, porque o que a expiação fazia pelos que
viviam naquele tempo, fez também por nós em nosso tempo. "Ele provou a morte
por todos." Seu propósito em ordenar pregar isso a toda criatura (Mar. 16.15-18)
é que toda criatura receba os benefícios.
creditos: Livro Curai enfermos e expulsai demônios-T.L.Osborn
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